Você vai pilotar dirt bikes por trilhas selvagens de Pattaya com um guia local, atravessar riachos e plantações, almoçar numa colina com novos amigos e terminar cansado, mas sorrindo. Inclui transporte do hotel, equipamento completo (até meias), comida reforçada e bebidas — além de histórias para contar muito depois de limpar as botas.
O passeio dura o dia todo, com terrenos variados e almoço incluso.
Sim, o traslado do hotel ou residência está incluso na reserva.
São motos Kawasaki e Honda, com combustível incluso.
Não, todo o equipamento — roupas, botas, proteção, capacete, luvas, óculos e hidratação — é fornecido.
Sim, um almoço reforçado é servido numa restaurante na colina, com bebidas não alcoólicas.
É recomendado ter um condicionamento físico moderado; os guias ajudam todos os níveis.
Você vai passar por trilhas arenosas, caminhos pedregosos, plantações (abacaxi, coco), riachos e trilhas na selva ao redor de Pattaya.
Sim, um veículo 4x4 de apoio acompanha o grupo para garantir segurança.
Seu dia inclui transporte de ida e volta na área central de Pattaya; equipamento completo de proteção, do capacete às meias; uso de motos Kawasaki ou Honda com combustível; acompanhamento de pilotos locais experientes; suporte com veículo reserva; chuveiros e armários na base; além de um almoço reforçado na colina com bebidas e cerveja gelada ao final do passeio.
A primeira coisa que me chamou atenção foi o cheiro — terra molhada e um toque doce, talvez das árvores de coco? Mal saímos da cidade de Pattaya e nosso guia, Lek, sorriu como se já soubesse o que viria pela frente. Os capacetes estavam bem ajustados e, para ser sincero, eu estava nervoso no começo. Mas assim que começamos a andar, pulando por trilhas arenosas entre bananeiras e seringueiras, só consegui focar na trilha à minha frente. As motos (escolhi uma Kawasaki) eram firmes, mesmo nos trechos mais pedregosos perto da represa Chad Nok. Lek ficava de olho na gente, gritando dicas quando alguém atolava — comigo isso rolou mais de uma vez. Ele só ria e ajudava, sem julgamentos.
Não esperava tanta diversidade nesse passeio — num momento estávamos cortando bosques de eucalipto, onde a luz ficava esverdeada e fresca, no outro voando por fazendas abertas com plantações de abacaxi sob aquele céu pesado da Tailândia. De vez em quando dava para ver búfalos d’água ou ouvir pássaros enlouquecendo nas árvores. Paramos num riacho para tirar a lama (e tinha muita), e percebi que meus braços já doíam, mas de um jeito bom. Como se eu tivesse feito algo de verdade.
O almoço foi no alto de uma colina — nada sofisticado, mas depois de tanto pedal, parecia a melhor refeição do mundo. Arroz frito, bebidas geladas, todo mundo trocando histórias sobre quem caiu onde. Nosso guia contou como cresceu andando nessas trilhas antes mesmo dos turistas aparecerem por aqui. Isso ficou na minha cabeça por algum motivo. Depois do almoço, mais trilhas: areia fofa que acelerava o coração, depois single-tracks estreitas onde você tinha que confiar no instinto (e torcer para não bater numa árvore). No fim, minhas botas estavam encharcadas e eu cansado de um jeito que não sentia há anos — mas feliz demais.
De volta à base, nos entregaram cervejas geladas e toalhas frescas; sentei ali vendo o sol se pôr atrás das colinas distantes, só ouvindo as vozes da galera misturadas com o som das motos esfriando. Fica a poucos quilômetros de Pattaya, mas parece outro mundo. Ainda lembro daquela vista toda vez que escuto motores roncando em qualquer lugar.
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