Você vai deslizar pelo Rio Pranburi com um guia local, avistando pássaros e macacos entre os manguezais antes de parar numa plantação familiar para provar frutas frescas. Com transfer do hotel em Hua Hin incluso, terá um olhar único sobre a vida à beira do rio e momentos de paz que vão ficar na memória.
O passeio de barco geralmente dura cerca de duas horas.
Sim, o transfer privativo de ida e volta está incluso para hotéis em Hua Hin.
Você pode avistar pássaros, peixes e às vezes macacos nas margens do rio.
Não há almoço incluso, mas há degustação de frutas em uma plantação local.
Este passeio é oferecido somente na modalidade privativa.
Sim, há uma parada em uma plantação para degustação de frutas frescas.
Sim, é adequado para todos os níveis de condicionamento físico e há tarifas especiais para crianças acompanhadas por dois adultos pagantes.
O passeio acontece ao longo do Rio Pranburi, na província de Prachuap Khiri Khan.
Seu dia inclui transfer privativo de ida e volta dos hotéis em Hua Hin, acompanhamento de um guia local que fala inglês durante todo o passeio pelo Rio Pranburi, todos os impostos locais inclusos, além de degustação de frutas frescas em uma plantação familiar antes do retorno à cidade.
A primeira coisa que me chamou atenção foi a luz da manhã deslizando sobre a água — não era forte, mas suave e prateada, como se alguém tivesse baixado o volume do mundo. Mal havíamos saído de Hua Hin quando nossa guia, Nok, começou a apontar pássaros que eu jamais teria notado (ainda não sei se aquele brilho azul era um martim-pescador ou só minha imaginação). O barco seguia devagar, dava para ouvir o barulho dos remos dos pescadores próximos, e de vez em quando vinha aquele cheiro forte dos manguezais — terroso, quase apimentado. Não esperava gostar tanto dessa parte.
Nok nos contou como o Rio Pranburi serpenteia até o Golfo da Tailândia, e passamos por uma vila de pescadores onde as pessoas acenavam das varandas. Teve um senhorzinho remendando redes que sorriu quando tentei dizer “sawasdee krub” — provavelmente falei errado. O rio parecia largo, mas ao mesmo tempo íntimo, como se estivéssemos entrando num segredo silencioso que a maioria não conhece. Em um momento, vimos macacos pulando entre as árvores (Nok riu e disse que eles estão sempre roubando frutas quando você deixa alguma por perto).
Paramos numa plantação de frutas para degustação — sinceramente, nunca comi abacaxi tão doce. O dono cortou na hora e nos ofereceu pedaços enquanto contava histórias sobre as tempestades que chegam em outubro. Minhas mãos ficaram pegajosas e eu nem me importei; era bom ficar um pouco na sombra, ouvindo as conversas. Depois, voltando devagar para o Parque Florestal Pran Buri, um silêncio tomou conta, só quebrado pelo canto dos pássaros lá no fundo das árvores. Essa calma ficou comigo por mais tempo do que imaginei.

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