Você vai pedalar por vilarejos tranquilos e campos de arroz em Chiang Rai, guiado por um local que conhece cada atalho e história. Sinta a transição do sossego rural até a beleza surreal do Wat Rong Khun (Templo Branco), depois compartilhe um almoço com o grupo antes de voltar — momentos que vão ficar com você muito depois das pernas pararem de doer.
O tour de meio dia dura algumas horas, incluindo transporte, pedalada, visita ao templo e almoço.
Sim, o traslado gratuito de ida e volta está incluso para hotéis na cidade de Chiang Rai.
O passeio inclui transporte do hotel, bicicleta de montanha com capacete, guia que fala inglês, almoço, lanches e água mineral.
O trajeto é acessível para todos os níveis de preparo físico; os guias ajustam o ritmo conforme necessário.
Sim, opções vegetarianas estão disponíveis se solicitadas no momento da reserva.
Não, este passeio não é recomendado para gestantes.
O trajeto inclui tanto estradas asfaltadas quanto alguns trechos de terra pelas áreas rurais.
Seu dia inclui traslado de ida e volta do hotel em Chiang Rai em caminhonete coberta, uso de bicicleta de montanha com 24 marchas e capacete, guia local que fala inglês durante todo o passeio, além de almoço, lanches e água mineral para você aproveitar com conforto até o fim do passeio.
Encontramos nosso guia, Noi, em frente a uma lojinha minúscula onde alguém fritava bananas — aquele cheiro ficou comigo o resto da manhã. Ele sorriu, distribuiu capacetes e conferiu as bicicletas como se fosse preparar a gente para a escola. Tentei ajustar o banco e quase prendi o dedo, mas o Noi riu e ajeitou para mim. A viagem de caminhonete do hotel até o ponto de partida foi rápida, uns 15 minutos, tempo suficiente para o grupo trocar nomes e perceber que ninguém conseguia pronunciar “Wat Rong Khun” direito.
O começo do passeio foi tranquilo — estradas asfaltadas, crianças acenando das portas, um senhor cuidando das seringueiras que nos cumprimentou com um aceno lento. Seguimos o rio Lao rio acima; dava para ouvir os pássaros por cima do som das rodas e, de vez em quando, sentir o cheiro da terra molhada ou algo doce vindo de um pomar. Paramos para beber água perto de umas árvores de teca, e lembro de tocar a casca — mais áspera do que eu imaginava. O Noi explicou como as plantações de arroz mudam de cor conforme a estação. Achei que não ia me importar, mas agora reparo nisso em todo lugar.
Chegar ao Templo Branco foi quase um choque depois de tanto verde — é tão brilhante que faz a gente apertar os olhos mesmo em dia nublado. Tinha outros visitantes, mas o lugar ainda assim parecia silencioso dentro daquelas paredes espelhadas. O Noi contou um pouco sobre as obras de arte (as mãos estendidas são difíceis de esquecer), mas deixou a gente livre para explorar no nosso ritmo. O almoço foi simples — arroz grudado com um tempero apimentado que me fez escorrer o nariz — mas, sinceramente, caiu perfeito depois de pedalar no sol. Ainda penso naquela vista das plantações enquanto terminávamos; tem algo especial em ver de onde você veio depois de um passeio de bike que fica na memória.
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