Você vai explorar os mercados noturnos animados de Chiang Mai em grupo pequeno, provando comidas típicas do norte da Tailândia como bolinhos de coco e pernil cozido. Com um guia local ajudando a pedir em tailandês, vai rir e se encantar com novos sabores antes de voltar ao hotel cheio e satisfeito — e talvez até mais confiante para a próxima refeição.
O passeio dura entre 2h30 e 3h, dependendo do tamanho do grupo.
Sim, o transfer de ida e volta em veículo privado está incluído para quem estiver hospedado na cidade de Chiang Mai.
O grupo é limitado a no máximo 8 pessoas.
Água mineral engarrafada está incluída junto com todas as degustações e o jantar.
Infelizmente, este tour não é adequado para vegetarianos.
Você vai provar pelo menos oito pratos diferentes, incluindo delícias do norte da Tailândia como pernil cozido, bolinhos de coco, macarrão, comidas salgadas e doces.
Sim — o guia entrega um folheto com frases comuns e ajuda você a praticar o pedido em cada barraca.
Para pickups fora dos limites da cidade, pode haver uma taxa extra.
Seu passeio inclui transfer de ida e volta do hotel em carro particular dentro da cidade de Chiang Mai, todas as degustações (pelo menos oito pratos), água engarrafada durante o passeio pelos mercados noturnos, além das histórias e orientações de um guia local enquanto exploram juntos, retornando por volta das 21h30 às 22h.
Confesso que fiquei nervoso para pedir comida em tailandês. Na primeira parada do nosso tour noturno de comida de rua em Chiang Mai, o nosso guia Natt me entregou um folheto com os nomes dos pratos e sorriu como se já soubesse o que ia acontecer. “Você tenta”, disse ele, apontando para uma barraca de onde saía um vapor com cheiro doce e terroso ao mesmo tempo. Tentei falar “khao kha moo” (pernil de porco cozido), mas provavelmente falei errado — o vendedor só riu, colocou um pouco no meu prato e fez um joinha. Isso quebrou o gelo para todo mundo.
O ar estava cheio do cheiro da carne assando e do barulho das scooters passando entre as mesas de plástico. Nosso grupo — só sete pessoas mais o Natt — passeava entre dois mercados, esbarrando nos locais que, de algum jeito, carregavam quatro tigelas ao mesmo tempo. Provamos bolinhos de coco crocantes por fora e quase cremosos por dentro (até hoje lembro deles), e macarrão misturado com ervas que eu nem sabia o nome. Alguém perguntou para o Natt sobre as pimentinhas verdes ao lado; ele só levantou as sobrancelhas e avisou, “Cuidado.” Claro que alguém quis experimentar mesmo assim.
Sentávamos onde tinha espaço, às vezes dividindo bancos com famílias ou com velhinhos assistindo futebol no celular. Não havia pressa — só mordidas devagar, histórias do Natt sobre crescer ali e as tentativas de falar tailandês que faziam todo mundo rir. No fim, perdi a conta de quantos pratos experimentamos (com certeza mais de oito), mas ficou a sensação: satisfeito, meio grudento do ar da noite, feliz por ter deixado alguém guiar por um tempo. A volta para o hotel foi mais silenciosa do que eu esperava.
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