Você vai provar pratos tailandeses autênticos ao ar livre, passear de tuk tuk privado por Bangkok, explorar o Mercado Noturno Patpong em busca de doces e lembranças, e relaxar com drinks locais em um bar secreto em Silom. A cada mordida e risada da guia, você vai se envolver ainda mais no ritmo da noite de Bangkok — uma experiência que fica na memória.
O passeio costuma durar cerca de 4 horas à noite.
Não, não há transporte do hotel; o encontro é no Santuário Umadevi, perto da estação Chit Lom.
Sim, são 5 bebidas incluídas — desde cervejas artesanais tailandesas até coquetéis.
Não é possível garantir pratos sem alergênicos ou totalmente adaptados, pois as cozinhas são compartilhadas.
Para beber álcool, é necessário ter 20 anos ou mais, conforme a lei tailandesa; quem tiver mais de 16 anos pode participar do tour.
A última parada é um bar escondido em Silom, onde você pode relaxar com música ao vivo e drinks.
O ponto de encontro é no Santuário Umadevi, em frente ao Big C Supercenter Ratchadamri, a cerca de 5-10 minutos da estação Chit Lom BTS.
Não, alguns lugares têm vielas estreitas e degraus, dificultando o acesso para cadeiras de rodas ou carrinhos.
Sua noite inclui seis pratos típicos tailandeses (quantidade suficiente para o jantar), cinco bebidas entre cervejas artesanais e coquetéis criativos, todos os trajetos de tuk tuk exclusivos para seu grupo, entrada no Mercado Noturno Patpong para lanches e compras, além de fotos feitas pelo guia certificado que fala inglês, finalizando em um bar intimista em Silom com música ao vivo.
Antes mesmo de perceber que começamos de verdade, alguém me entrega um copo plástico com algo gelado e borbulhante — nossa guia, Nok, sorri e nos conduz às mesas ao ar livre perto do Santuário Umadevi. O lugar está cheio, mas tranquilo, com aquele burburinho gostoso de gente comendo e conversando, misturado ao som do trânsito. Ela aponta para um prato com folhas de manjericão verde vibrante e fala o nome (tento repetir; ela ri e diz “não foi mal!”). O ar está cheio de cheiro de limão e carvão. Já estou suando um pouco, mas é a cara da noite em Bangkok — sabe como é?
Depois do jantar, entramos em um tuk tuk que claramente já viveu muitas histórias. O motorista tem um buda dourado pequenino no painel e toca nele antes de partir. A viagem é barulhenta — vento no rosto, motor vibrando sob o banco, letreiros de neon passando rápido. Estamos indo para o Mercado Noturno Patpong, em Silom. Nok vai contando curiosidades sobre a vida noturna antiga da cidade (“algumas coisas nunca mudam,” ela pisca), até que de repente estamos desviando entre barracas que vendem de lenços de seda a tênis falsificados. Provei sorvete de coco com arroz doce — não esperava gostar, mas me surpreendi.
A última parada é um bar escondido numa ruazinha que eu jamais acharia sozinho. Lá dentro, luz baixa, cadeiras diferentes umas das outras, alguém dedilhando violão em tailandês atrás da gente. Nok pede cervejas artesanais (ela conhece o bartender; eles trocam piadas rapidinho em tailandês) e sugere um coquetel de gim com capim-limão. Bebo devagar, vendo os locais rirem de algo na TV acima do bar. Não há pressa para ir embora — só aquela sensação gostosa de estar em um lugar novo, mas se sentir em casa por um tempo.

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