Você vai caminhar pelos templos mais famosos de Bangkok — Grand Palace, o Buda reclinado do Wat Pho e o Wat Arun à beira do rio — com um guia local que conta histórias durante o caminho. Prepare-se para travessias de ferry, pausas para água e pequenos momentos que vão ficar na memória quando você ouvir sinos ou sentir o cheiro de incenso novamente.
O tempo exato não está especificado, mas reserve meio dia incluindo as caminhadas e travessias de ferry entre os pontos.
Não, as entradas não estão inclusas em nenhum dos locais do passeio.
Sim — chinelos, regatas e shorts não são permitidos no Grand Palace.
Não, o ponto de encontro é próximo ao Siam Paragon.
Sim, água mineral está incluída para os participantes.
Bebês podem ficar no colo ou no carrinho; para crianças maiores, confira as regras na hora da reserva.
Sim — o guia leva você até uma avenida principal onde é fácil pegar transporte local.
Sim — um guia que fala inglês acompanha todo o passeio.
Seu dia inclui água mineral durante todo o percurso (que faz toda a diferença), todas as taxas do ferry para o lado de Thonburi, seguro durante as caminhadas entre templos e palácios, além de um guia em inglês que deixa tudo mais animado do começo ao fim.
O que me chamou atenção logo de cara foi o som — não o barulho de trânsito, mas o leve deslizar das sandálias no chão de azulejo polido em frente ao Siam Paragon, onde encontramos nosso guia. Ela nos recebeu com um sorriso acolhedor e distribuiu garrafinhas de água gelada (graças a ela, porque já estava um calor pegando). A cidade parecia vibrar sob nossos pés. Partimos rumo ao Grand Palace, desviando de multidões e tuk-tuks, enquanto o cheiro de incenso vindo de pequenos altares nas ruas se misturava ao ar.
Eu já tinha lido sobre o Grand Palace, mas estar ali, cercado por aquele ouro e mosaicos espelhados, é outra história. Nossa guia explicou que cada detalhe tem um significado — apontou as estátuas guardiãs na entrada, cujos rostos são quase engraçados se você olhar com calma. O código de vestimenta é rígido (nada de chinelos ou ombros à mostra), e todos conferíamos as roupas uns dos outros na entrada, meio apreensivos. Lá dentro, o silêncio era maior do que eu esperava. Talvez fosse cedo, ou talvez todo mundo sentisse aquela paz também.
Depois fomos para o Wat Pho — confesso que não esperava me emocionar tanto com o Buda reclinado gigante, mas tem algo naquele rosto. Tranquilo, mas também com um quê de brincalhão? A guia contou histórias de como os locais vêm aqui para bênçãos ou até massagens (não experimentei, fica para a próxima). Em seguida, pegamos um ferry pequenininho para o lado de Thonburi; pra ser sincero, esse trecho pode ter sido meu favorito. A brisa do rio dava um alívio gostoso depois de tanto calor e cor.
O Wat Arun brilhava sob a luz do fim da manhã — aquelas milhares de peças de porcelana refletindo o sol de um jeito único. Subimos parte da escadaria e ficamos ali um tempo, observando os barcos passarem lá embaixo. Alguém tentou me ensinar a dizer “Templo do Amanhecer” em tailandês; acho que estraguei a pronúncia porque todo mundo riu (inclusive eu). Quando o passeio terminou perto da avenida principal, nossa guia indicou quais ônibus pegar para continuar explorando sozinho. Até hoje penso naquela vista do Wat Arun — Bangkok parece outra vista lá de cima.
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