Você vai se perder na correria do Mercado Ferroviário Maeklong enquanto os trens passam entre as barracas, navegar pelos canais do Mercado Flutuante Damnoen Saduak provando petiscos locais e colocar a mão na massa numa fazenda de açúcar de coco perto de Bangkok. Com transfer do hotel e guia local cuidando de tudo, você vai ver detalhes que a maioria dos turistas perde — e talvez fique com vontade de comer arroz doce de manga semanas depois.
O passeio dura o dia todo, começando com o transfer pela manhã em Bangkok e retorno à tarde ou noite, dependendo do trânsito e ritmo do grupo.
Sim, o transfer está incluído para hotéis no centro de Bangkok, tanto nos passeios em grupo quanto nos privados.
Na opção de tour privado, o passeio inclui um trajeto de trem até a estação Mae Klong; no grupo, é opcional e com custo extra.
Você pode experimentar frutas tailandesas como arroz doce de manga, sorvete de coco fresquinho e macarrão servido direto dos barcos nos canais.
Sim, você pode escolher entre veículos padrão ou de luxo no momento da reserva, conforme sua preferência.
O passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico; bebês devem ficar no colo de um adulto nos tours em grupo, pois não há cadeirinhas disponíveis.
Sim, é recomendável levar baht tailandês, pois a maioria dos vendedores aceita apenas pagamento em dinheiro.
Nos tours em grupo, o desembarque é no MBK Center; nos privados, você pode escolher entre o hotel ou o MBK Center.
Seu dia inclui transfer ida e volta do hotel (ou desembarque no MBK Center para tours em grupo), todas as entradas, passeio de barco pelo Mercado Flutuante Damnoen Saduak, seguro contra acidentes, visitas a uma fazenda de açúcar de coco em funcionamento e aos campos de sal — tudo acompanhado por um guia local experiente. Nos tours privados, o passeio ainda inclui trajeto de trem pelo Mercado Ferroviário Maeklong e opções flexíveis de desembarque em Bangkok.
“Não fique muito perto — olha isso!” nosso guia, Nok, sorriu enquanto o sino tocava lá atrás. Estávamos apertados entre as barracas do Mercado Ferroviário Maeklong, meio distraídos com uma pilha de mangas quando, de repente, todo mundo começou a se mexer. Os vendedores recolhiam as tendas num movimento rápido e ensaiado, cestos de pimenta sumiam dos trilhos em segundos. Eu esperava mais confusão, mas parecia quase uma dança — cada um sabia exatamente o que fazer. O trem passou tão perto que eu poderia ter tocado (mas não toquei), e logo depois o mercado voltou ao normal. Até hoje penso em como os vendedores pareciam tão tranquilos; acho que a rotina faz isso com a gente.
Depois dessa dose de adrenalina, seguimos para o Mercado Flutuante Damnoen Saduak. O ar ficou mais quente e doce perto dos coqueirais — Nok apontou as fileiras de palmeiras e contou como a avó dela fazia açúcar de coco à mão. Na fazenda, vimos uma mulher abrir um talo de flor e deixar o néctar pingar em tubos de bambu. O cheiro era quente e terroso, meio caramelo, mas mais leve. Ela me deixou tentar espremer leite de coco numa engenhoca de madeira que parecia dentes de coelho (Nok riu da minha tentativa fraca). O mercado flutuante em si era barulhento e colorido — barcos se esbarrando, vendedores chamando para provar arroz doce de manga ou macarrão de barco. Eu não resisti ao sorvete de coco; derreteu antes que eu conseguisse terminar.
Na estrada 35, paramos numa surpresa: os campos de sal, disse Nok. O sol refletia nas pequenas montanhas de sal, parecendo neve, só que muito mais quente. Ela nos mostrou como esfregar o sal marinho nas mãos; minha pele ficou estranhamente macia depois. Foi uma daquelas experiências que eu não teria pensado em fazer sozinho. De volta a Bangkok, fomos deixados no MBK Center (ou no seu hotel, se for tour privado). Meus pés estavam cansados, mas a cabeça a mil com tantas cores e cheiros — engraçado como dá para viver tanto num passeio de um dia saindo de Bangkok, quando alguém mais está no volante.
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