Viaje de Bangkok a Ayutthaya com um guia local que traz à vida templos centenários. Fique frente a Budas gigantes, explore jardins de palácios, compartilhe um almoço tranquilo — cada parada é uma experiência única. Esse passeio privativo de um dia deixa memórias que ficam muito depois do retorno ao hotel.
Ayutthaya fica a cerca de 80 km ao norte de Bangkok; a viagem dura entre 1 e 1h30, dependendo do trânsito.
O tour inclui visitas ao Wat Phra Sri Sanphet, Wat Yai Chai Mongkhon, Wat Mahathat, Wat Lokayasutharam (Buda Reclinado), Vihara Phra Mongkhon Bophit e outros.
Sim, o almoço está incluso durante o passeio de um dia saindo de Bangkok para Ayutthaya.
Sim, está incluso o serviço de busca e retorno no hotel na área central de Bangkok.
É recomendado cobrir ombros e joelhos; shorts ou saias mais longas e camisas com mangas são indicados para homens e mulheres.
Sim, o Palácio Real Bang Pa-In é visitado perto do final do passeio.
Sim, um guia local que fala inglês acompanha você durante todo o dia.
O passeio geralmente começa às 8h e retorna a Bangkok por volta das 17h.
O dia inclui busca e retorno no hotel em Bangkok, transporte em carro privativo com ar-condicionado, água mineral, entradas para todos os templos e palácios do roteiro, parada para almoço relaxante com pratos tailandeses e acompanhamento de um guia local em inglês que conhece todos os atalhos entre as ruínas, com retorno ao hotel ao final do dia.
A primeira coisa que percebi foi como o ar mudou assim que deixamos Bangkok — ficou mais silencioso, com um calor mais intenso e aquele cheiro doce de jasmim e incenso no ar. Nossa guia, Nok, nos esperava na porta do hotel (ainda acho incrível o sorriso dela tão cedo) e, antes que eu percebesse, já estávamos seguindo para o norte, rumo a Ayutthaya. As ruínas da cidade parecem surgir do chão — chedis desmoronados entre árvores verdes, monges de túnicas laranja caminhando devagar por ali. Nok contava histórias de reis e batalhas enquanto andávamos, mas eu ficava distraído com o canto dos pássaros e os sinos pequenos pendurados nos beirais dos templos.
Não esperava me sentir tão pequeno diante daquele enorme Buda de bronze no Vihara Phra Mongkhon Bophit. É gigante — dá até vontade de sentar no colo dele, se tivesse coragem (Nok riu quando perguntei). O sol já estava forte, refletindo nas pedras brancas e me fazendo apertar os olhos. No Wat Yai Chai Mongkhon, vimos moradores acendendo incenso e deixando flores de lótus; uma garotinha juntou as mãos com tanta seriedade que quase me emocionou. Tem algo muito especial em ver que esses lugares ainda são usados para oração depois de tantos séculos. O almoço foi simples, mas gostoso — arroz, curry apimentado e abacaxi fresco — tudo isso debaixo de um ventilador que mal mexia o ar.
Achei que já tinha visto templos demais para um dia, mas aí veio o Wat Mahathat, com a cabeça do Buda presa entre as raízes de uma árvore. O lugar é mais silencioso; até os outros visitantes falavam baixo. Nok explicou como a cidade foi destruída e reconstruída várias vezes ao longo dos séculos — dá para ver camadas de história em cada detalhe, se prestar atenção. Terminamos no Palácio Bang Pa-In, onde tudo parecia mais suave: gramados bem cuidados, flores vibrantes, construções antigas refletidas na água quase perfeita. Meus pés estavam cansados, mas minha mente não parava de voltar àqueles momentos entre pedras e estátuas — ainda penso naquela vista pelas arcadas quebradas, o céu emoldurado pela história.
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