Você vai cortar ervas tailandesas fresquinhas numa cozinha ao ar livre, aprender receitas clássicas com um chef local experiente e dar boas risadas preparando macarrão caseiro. Com traslado de tuk tuk em Aonang e almoço incluso, é um dia prático que fica na memória — principalmente se você ainda sentir o cheiro de limão kaffir nas mãos.
O tuk tuk busca os hóspedes que estão nas áreas de Aonang ou Klong Muang.
O grupo é limitado a no máximo 10 alunos por turma.
Sim, vegetarianos podem escolher entre as opções do cardápio regular.
Infelizmente, alunos com alergias alimentares não podem ser acomodados.
A aula matinal começa às 9h30 e termina às 12h30.
Sim, o almoço está incluso — você come o que preparou.
Sim, os alunos podem levar a comida ou comer na escola.
Aulas particulares são oferecidas apenas às quartas e sábados, das 10h às 16h.
Seu dia inclui traslado de tuk tuk em Aonang ou Klong Muang, todos os ingredientes para 7 pratos (incluindo macarrão Sukhothai e arroz doce de manga), água engarrafada durante a aula, seguro enquanto cozinha, além do almoço — que pode ser consumido no local ou levado para viagem após a aula com o chef local.
Confesso que fiquei apreensivo com a salada de mamão — aquelas pimentas pareciam até bravas ali na mesa. Nosso professor, Khun Somchai, só sorriu e falou: “Picante faz bem pra você!” Ele ensina nessa escola de culinária tailandesa em Aonang há mais tempo do que eu existo, e de algum jeito até minhas tentativas desajeitadas de cortar pareciam parte do processo. A cozinha era ao ar livre, dava pra ouvir os passarinhos e o barulho das scooters lá fora, e de vez em quando uma brisa trazia o cheiro de capim-limão da tábua de alguém. Tentei falar “som tam” direito; Somchai riu e me corrigiu com jeitinho. Não é tão fácil quanto parece.
Começamos escolhendo as ervas — daquelas de verdade, nada a ver com as do supermercado — e ele explicou quais folhas vão em cada prato. Eramos só seis (eles mantêm o grupo pequeno), então todo mundo cozinhou suas próprias receitas. Minhas mãos ficaram cheirando a limão kaffir por horas. O frango com castanha de caju ficou doce e crocante, mas, pra ser sincero, o meu favorito foi o macarrão Sukhothai. Não esperava acertar na primeira tentativa (não acertei), mas comer o que preparei enquanto conversava com gente da Alemanha e de Chiang Mai foi demais. Ah, e eles deixam você levar o que sobrou pra casa — minha sobremesa de arroz doce grudou por uns dez minutos depois da aula.
O traslado de tuk tuk em Aonang foi um detalhe que fez toda a diferença — nada de se preocupar em achar o lugar ou se perder no calor do meio-dia. Se você for vegetariano, eles ajudam a escolher o cardápio (mas aviso: não fazem substituições para alergias). Tudo rolou de um jeito bem tranquilo e autêntico; Somchai contou histórias da infância enquanto esperávamos a comida cozinhar. Até hoje penso naquele arroz doce de manga quando estou em casa encarando meu cereal sem graça.
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