Evite horas no trânsito com esse transfer de helicóptero entre o Aeroporto de Colombo e Jaffna. Curta vistas aéreas únicas de Sri Lanka, converse com seu piloto local e desembarque exatamente onde precisa — sem complicação, só viagem fácil.
O voo é muito mais rápido que o carro; o tempo exato depende do clima, mas espere menos de duas horas.
Não, o transfer começa no Aeroporto de Colombo (CMB) e termina na cidade de Jaffna, ou vice-versa.
O máximo permitido por reserva é quatro pessoas por voo.
Sim, assentos especiais para bebês estão disponíveis para garantir a segurança durante o voo.
Só é necessário um local seguro para pouso; não precisa de heliponto sofisticado.
Recomendamos reservar pelo menos uma semana antes para garantir vaga e atender pedidos especiais.
Sim, todos os impostos, taxas e encargos estão inclusos na sua reserva.
Seu transfer aéreo só de ida de helicóptero inclui todos os impostos, taxas e encargos; assentos especiais para bebês disponíveis se necessário; indicado para todos os níveis de preparo físico; só confirme que há um local seguro para pouso antes da decolagem.
O que mais me chamou atenção foi como o chão simplesmente desapareceu — num instante estávamos no sol perto do Aeroporto de Colombo, e no outro, tudo virou campos e telhados ficando cada vez menores lá embaixo. Dentro do helicóptero tem um silêncio estranho, como se você estivesse numa bolha só sua. O piloto, Sunil, apontou um rio serpenteando pelo verde. Ele riu quando perguntei se ele nunca se cansa da vista (“Nunca!”), e confesso que agora entendo o porquê.
Fiquei olhando as estradas que se enroscavam para o norte — pensando no tempo que essa viagem teria levado (ouvi dizer que são 8 ou 9 horas?) — enquanto a gente simplesmente flutuava por cima. O ar lá em cima parece diferente, mais leve, ou talvez seja só a adrenalina. Minha amiga tentou tirar uma foto, mas o celular escorregou e a gente caiu na risada; o Sunil nem se mexeu. Passamos por vilarejos minúsculos e coqueirais, daqueles que só se vê de avião. É impressionante como tudo parece tão perto lá do alto.
Aterrissar em Jaffna foi meio surreal. A cidade parecia pequena vista de cima, mas quando pousamos (só precisa de um espaço livre, nada complicado), dava pra sentir um cheiro de comida apimentada no ar — será que alguém estava preparando o almoço? Estava quente, mas sem aquele abafamento que tinha em Colombo pela manhã. Até hoje lembro de sair do helicóptero e sentir que pulamos metade do país em menos de duas horas. Não sei se algum dia vou querer fazer essa viagem de carro de novo.

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