Você será recebido direto no Aeroporto Blaise Diagne ou buscado no seu endereço em Dakar por um motorista local que ajuda com as malas e garante seu conforto. Aproveite ar-condicionado, WiFi funcionando, água mineral e até cadeirinhas para crianças, se precisar. Uma forma prática de chegar ou partir sem preocupações.
A viagem costuma levar cerca de 45 minutos, dependendo do trânsito.
Sim, o motorista pode buscar em qualquer endereço dentro de Dakar para levar ao aeroporto.
Sim, cadeirinhas para bebês e crianças estão disponíveis mediante solicitação, sem custo extra.
Sim, todos os veículos são equipados com ar-condicionado e WiFi gratuito.
Sim, água mineral é fornecida para todos os passageiros durante o trajeto.
Sim, animais de serviço são permitidos durante o transfer privado.
O motorista ajuda a carregar as malas tanto na ida quanto na volta.
Seu transfer inclui transporte privado em veículo híbrido com ar-condicionado e WiFi grátis, água mineral, ajuda com as malas nos dois trajetos, carregador de celular se precisar e cadeirinhas infantis disponíveis sob pedido. Todas as taxas já estão incluídas.
Logo na saída do desembarque do Aeroporto Internacional Blaise Diagne, alguém segurava uma plaquinha com meu nome — mal tinha passado pela imigração quando já o vi. O ar estava quente e pesado, como sempre por aqui, mas entrar no carro foi um alívio (ar-condicionado de verdade, nada de janela entreaberta). Nosso motorista, Mamadou, sorriu e ajudou com minha mala — até brincou que minha mala estava “pronta para a aventura”. Não esperava rir tão rápido depois do voo.
A viagem do aeroporto até Dakar não é curta — leva uns 45 minutos, se o trânsito colaborar — mas passou rápido. Tinha água mineral no suporte e WiFi que funcionava de verdade (fiz uma chamada de vídeo para minha irmã para provar). Mamadou apontou onde a nova rodovia corta os antigos baobás; contou que os filhos zoam ele por ouvir mbalax no rádio em vez de pop. Quando meu celular começou a avisar bateria fraca, ele já ofereceu um carregador. Pequenos detalhes que fazem diferença depois de um voo.
Percebi como o carro híbrido andava silencioso, diferente de alguns táxis que já peguei — menos barulho de motor e mais espaço para observar o Senegal passando pela janela. Quando pegamos um congestionamento perto de Diamniadio, Mamadou deu de ombros e disse “C’est Dakar”, como se fosse normal. Gostei disso. Se você for do centro de Dakar para o aeroporto, eles buscam onde você estiver — hotel ou apartamento — e ajudam com as malas de novo. Nada de frescura, só um serviço simples e humano.
Até hoje lembro do primeiro gole daquela água gelada no carro, enquanto as luzes da cidade começavam a aparecer à frente. Às vezes, são essas pequenas coisas que fazem a gente se sentir cuidado em um lugar novo, sabe?

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