Você vai provar frutas tropicais no mercado animado de Victoria, nadar em praias escondidas que só os locais conhecem e ouvir histórias do seu guia enquanto percorre as estradas costeiras de Mahe. Muitas paradas para fotos e mergulhos espontâneos, além do almoço onde você quiser. Esse passeio privado é para curtir no seu ritmo e sentir a alma das Seychelles.
A duração varia conforme seus interesses e disponibilidade; o roteiro é personalizado para você.
Sim, o transporte está incluído; os detalhes são combinados diretamente com seu guia local antes do passeio.
Claro, há paradas para banho em pontos combinados ao longo do trajeto costeiro.
O almoço não está incluso, mas o guia sugere restaurantes conforme seu gosto e orçamento.
Você conhecerá o Mercado Sir Selwyn Selwyn Clarke, em Victoria, famoso por frutas frescas e especiarias locais.
Sim, é adequado para todos os níveis de preparo físico; bebês devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Sim, você pode adicionar caminhadas ou visitas a jardins; é só avisar seu guia na hora da reserva.
Seu dia privado inclui água mineral durante todo o trajeto e transporte em veículo com ar-condicionado. Com horários flexíveis e paradas escolhidas por você e seu guia local, além de várias chances para nadar ou fazer um lanche, o passeio é tranquilo do começo ao fim.
Acabávamos de desviar de uma fileira de caixas de manga quando nosso guia, Jean-Luc, nos chamou para uma barraca no Mercado Sir Selwyn Selwyn Clarke, em Victoria. O ar estava cheio do aroma doce do maracujá maduro e de um cheiro salgado — talvez o peixe seco pendurado em cachos acima da nossa cabeça. Tentei pechinchar por algumas especiarias (não sou muito bom nisso), e o vendedor sorriu, jogando um punhado de canela em pau para mim. Jean-Luc contou que a avó dele costumava moer canela para fazer chá. Até hoje fico lembrando daquele cheiro — doce e marcante, que fica na memória.
Depois, seguimos por uma estrada sinuosa pela costa de Mahe, com as janelas abertas porque, sinceramente, a brisa é melhor que qualquer ar-condicionado. Paramos tantas vezes que perdi a conta — primeiro numa praia onde duas crianças corriam atrás de caranguejos, depois num mirante onde o mar parecia azul demais para ser real. Jean-Luc apontava as árvores de fruta-pão e brincava dizendo que cada família tem seu jeito de preparar. Em um momento, perguntou se queríamos nadar, então paramos e pulamos na água. Sem pressa, só sal no corpo e sol nas costas.
O almoço foi onde deu vontade — Jean-Luc tinha algumas dicas, mas deixava a gente escolher. Acabamos num lugar pequeno, com peixe grelhado e arroz; nada sofisticado, mas perfeito depois do banho de mar. Ele contou histórias de quando cresceu ali, como a ilha muda quando os turistas vão embora na baixa temporada. Gostei que ele não nos apressou nem seguiu roteiro fixo — até desviou para um jardim porque fiquei curiosa sobre uns frutos estranhos e espinhosos (graviola?). No fim, voltando por Victoria, senti que não conhecíamos só pontos turísticos, mas pedacinhos da vida local.
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