Você vai percorrer a costa de St Maarten de lancha com um guia local, fazer snorkel nos recifes do Creole Rock, nadar na Ilha Tintamarre (quem sabe ver uma tartaruga) e conhecer as iguanas que tomam sol em Pinel. Bebidas estão incluídas a bordo e sobra tempo para almoçar ou explorar a ilha. Um passeio leve, cheio de momentos que vão ficar na memória.
O passeio dura cerca de 7 horas, do embarque ao retorno.
Sim, todo o equipamento de snorkel está incluso para os participantes.
Sim, rum punch, cerveja, refrigerante e água mineral liberados a bordo.
Sim, o roteiro inclui paradas nas ilhas Tintamarre e Pinel durante o passeio.
Você pode avistar tartarugas enquanto faz snorkel na Ilha Tintamarre.
Não, o almoço não está incluso, mas há tempo para comprar comida ou explorar as lojinhas locais durante a parada.
O passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardíacos ou na coluna.
Não há traslado de hotel; os participantes devem se apresentar no ponto de embarque em St Maarten.
Sim, famílias podem participar, mas bebês devem ir no colo de um adulto; é necessário ter condicionamento físico moderado.
Seu dia inclui todo o equipamento de snorkel e boias se quiser; rum punch, cerveja, refrigerante e água mineral à vontade a bordo; atenção personalizada do guia; além de tempo de sobra para nadar ou relaxar em cada parada antes do retorno no fim da tarde.
A primeira coisa que lembro é o vento e o sal batendo no rosto — nada delicado, mas daquele jeito que te faz acordar na hora, enquanto a lancha disparava do píer de St Maarten. Nosso guia (acho que era Jean-Luc?) sorria enquanto nos levava rumo à Baía de Grand Case. Ele apontou para o Creole Rock, surgindo da água como um monumento esquecido. Quando deslizei para dentro d’água com minha máscara, o frio me surpreendeu e, por um instante, só dava para ouvir minha respiração e o barulho dos peixes lá embaixo.
A Ilha Tintamarre parecia deserta de longe — só verde e areia — mas, assim que a gente desembarcou, tudo ganhou vida de um jeito silencioso. Alguns de nós saíram descalços procurando a segunda praia (fica esperto, porque as pedras ali não perdoam). Alguém gritou “tartaruga!” e lá estava ela, nadando tranquila como se fosse dona do lugar. O sol era forte, mas não agressivo; deitei na areia por uns minutos só ouvindo o silêncio. Engraçado como dá pra se sentir tão longe de tudo depois de uma travessia tão curta.
Pinel era mais quente — talvez pela água rasinha refletindo a luz. Iguanas por todo lado, deitadas como se estivessem posando para foto. Uma delas tentou subir na toalha de alguém e todo mundo caiu na risada (o guia disse que são inofensivas, mas mesmo assim...). O almoço era simples — peixe grelhado para quem quisesse, ou dava pra explorar as lojinhas atrás das barracas. O rum punch rolava solto; perdi a conta depois do segundo copo. Na volta, paramos em Maho Bay, onde os aviões passam tão baixo que parece que dá pra ler o que o pessoal está comendo lá dentro — surreal.
Fico lembrando daquele momento flutuando sobre o Creole Rock, vendo a luz do sol brincar entre os cardumes. Às vezes viajar é corrido, barulhento, mas esse passeio saindo de St Maarten foi uma sequência de pequenas surpresas, costuradas pelo vento do mar e pelas risadas. Não foi perfeito — acabei com os ombros queimados — mas foi real de um jeito que fica com você.
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