Você vai se banhar na lama vulcânica do Sulphur Springs Park, se refrescar na Cachoeira Toraille, passear de barco pela Baía de Marigot e fazer snorkel ou relaxar na Sugar Beach — tudo com horário flexível e um guia local descontraído. Prepare-se para rir, sentir o verdadeiro sabor do Caribe e viver momentos que vai querer repetir.
O passeio dura cerca de 6 horas, mas pode ser ajustado por ser privado.
Sim, o transporte do hotel ou do porto do cruzeiro está incluído.
Você vai ao Sulphur Springs Park para banho de lama, à Cachoeira Toraille para nadar, à Baía de Marigot de barco e à Sugar Beach para snorkel ou descanso.
Sim, água mineral, cerveja (como Piton) e refrigerante estão incluídos.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos de bebê são permitidos.
Os barcos acomodam 4, 8 ou 14 pessoas, dependendo do tamanho; grupos maiores podem pedir orçamento.
Não, o almoço não está incluído; só as bebidas fazem parte do pacote.
Sim, haverá tempo para snorkel na Sugar Beach antes de voltar.
Seu dia inclui transporte do hotel ou porto e volta de táxi ou barco, dependendo do local; todas as taxas de atracação; entrada no Sulphur Springs Park para banho de lama vulcânica; transfer cortesia entre o cais e as atrações; água mineral, cerveja local ou refrigerante a bordo; além de bastante tempo para nadar ou fazer snorkel na Sugar Beach antes do retorno à tarde.
Não esperava que o cheiro de enxofre fosse tão forte quando chegamos em Soufriere — parecia ovo podre misturado com algo selvagem. Nosso guia, Marcus, só sorriu e nos entregou uma garrafa de água antes de nos levar até as piscinas de lama no Sulphur Springs Park. A lama estava quente e um pouco áspera entre os dedos; provavelmente parecia bobo passando ela pelos braços, mas, sinceramente, todo mundo fazia o mesmo. Tem algo em estar ali com estranhos (e meu parceiro rindo da minha cara toda suja de lama) que faz você esquecer de parecer “legal”.
O táxi do cais foi rápido — no máximo cinco minutos — e logo estávamos nos lavando sob a Cachoeira Toraille. A água caiu forte e gelada nos meus ombros depois de tanto calor, mas de um jeito gostoso. O que mais ficou na minha memória foi o som, como um chiado nos ouvidos, mas de um jeito tranquilo. Marcus contou que os locais costumam vir cedo, antes dos turistas aparecerem. Ele apontou umas árvores de fruta-pão perto dali e tentou me ensinar a dizer “bom dia” em crioulo (eu estraguei a pronúncia, ele riu).
Depois, de volta ao barco, seguimos pela Baía de Marigot — as cores ali são diferentes, verdes mais intensos do que eu estava acostumado, e aqueles barcos balançando devagar perto da margem. Tomamos cervejas Piton geladas da caixa térmica enquanto Marcus nos levava para a Sugar Beach para fazer snorkel. Não sou muito bom nadador, mas flutuar sobre os recifes parecia fácil, mesmo com a máscara embaçando a cada poucos minutos. Tinha peixes-papagaio por todo lado — flashes de azul e amarelo — e eu não parava de pensar como tudo parecia tão silencioso debaixo d’água, diferente do barulho lá fora.
Fugimos das multidões dos grandes catamarãs; era só nosso grupo pequeno (e o Marcus cantando baixinho uma música antiga de soca). Ainda lembro daquela vista para o porto de Castries enquanto voltávamos — o sol já baixando, o sal secando na pele. Nem tudo saiu perfeito (minha toalha voou em um momento), mas, sinceramente? Foi isso que deixou tudo mais real.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?