Você vai provar frutas fresquinhas de Santa Lúcia com vista para as plantações de banana, passear pelas ruas animadas e pela igreja de Anse La Raye, e depois fazer uma trilha refrescante pela floresta até a Cachoeira Venus Estate para nadar ou simplesmente relaxar à beira da água. Inclui transfer e guia local — um dia que fica guardado na memória.
A trilha é de nível moderado e não muito longa; a distância exata não é especificada, mas é adequada para a maioria dos níveis de preparo físico.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está incluído na reserva.
Sim, crianças podem participar acompanhadas por um adulto; bebês podem ir no carrinho ou no colo.
Sim, há uma parada para banheiro na vila de Anse La Raye.
Recomenda-se calçado fechado ou sapatos para água; leve protetor solar, câmera e dinheiro para souvenirs ou gorjetas.
Não há almoço completo, mas há degustação de frutas frescas e bebidas incluídas.
Sim, é possível nadar ou relaxar nas piscinas naturais da Cachoeira Venus Estate.
Sim, há transfer do porto de chegada e retorno; informe os detalhes do navio ao reservar.
Seu dia inclui transfer de ida e volta do hotel ou porto em qualquer ponto da costa oeste de Santa Lúcia, entradas para todos os locais visitados, incluindo a vila de Anse La Raye e a Cachoeira Venus Estate, trilha guiada pela floresta com um expert local como Marcus, que conhece todos os atalhos (e frutas), água engarrafada e bebidas — além de uma degustação de frutas frescas com vista para as plantações de banana antes de voltar para casa cansado, mas feliz.
Já parou para pensar no cheiro da banana antes dela chegar ao supermercado? Eu não, pelo menos não até descer a costa oeste de Santa Lúcia naquele 4x4 cheio de solavancos. O ar estava tão verde que parecia que alguém tinha aumentado a saturação da paisagem, e nossa primeira parada foi numa pequena barraca de frutas no alto dessas plantações intermináveis de banana. O nosso guia, Marcus, me ofereceu uma fatia de uma fruta chamada maçã dourada (com um sabor azedinho, quase como abacaxi, mas diferente) e sorriu quando fiz uma careta. Ao fundo, os pássaros cantavam por cima do ronco do motor. Acho que foi ali que percebi o quão longe de casa eu estava.
Anse La Raye tinha um ritmo totalmente diferente. Paramos para um rápido descanso, mas Marcus quis que a gente desse uma espiada na igreja antiga — a tinta azul descascando em alguns pontos, a luz do sol entrando pelas janelas altas. Alguns moradores conversavam na porta; uma senhora acenou para a gente, com as mãos cobertas de farinha. A praia estava tão perto que dava para sentir o cheiro do sal e ver os pescadores organizando as redes na areia. Alguém tentou vender pulseiras feitas à mão (acabei comprando uma, não resisti). Tudo ali era tranquilo, sem pressa.
A trilha pela floresta não foi difícil — só é bom tomar cuidado depois da chuva porque as raízes ficam escorregadias rapidinho. As árvores mantinham o ar fresco e úmido; dava para ouvir a água antes mesmo de vê-la. E então, de repente, lá estava: a Cachoeira Venus Estate. Não era enorme nem barulhenta, mas a água era clara e gelada o suficiente para te despertar se você se aventurasse a entrar (eu entrei; meus dedos ficaram dormentes na hora). Tiramos fotos, mas o que mais fizemos foi sentar e ouvir a água caindo e batendo nas pedras. Até hoje penso naquele silêncio — é raro encontrar algo assim.
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