Você vai pilotar ATVs por florestas e colinas perto de Bucareste, guiado por um local. Prepare-se para trilhas enlameadas, ar puro, risadas (e talvez um pouco de nervosismo), com transfer do hotel e água mineral inclusos. Uma aventura de meio dia que você vai lembrar toda vez que sujar os sapatos.
O passeio de ATV dura cerca de duas horas, mais aproximadamente uma hora de transporte em cada sentido saindo de Bucareste.
Sim, o serviço de busca e retorno ao hotel em Bucareste está incluso.
Não, não é necessário ter experiência; os guias dão todas as instruções antes de começar.
Use roupas confortáveis que possam sujar e calçados resistentes.
Este passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou cardiovasculares.
Cada veículo é compartilhado por duas pessoas durante o passeio.
Sim, água mineral está incluída para todos os participantes.
O dia inclui transfer do hotel em Bucareste, todo o equipamento de segurança necessário (como capacetes), água mineral para o passeio, duas horas explorando as florestas e colinas do sul da Romênia em ATVs novos, com um guia local acompanhando o tempo todo, e o retorno ao hotel.
Confesso que fiquei meio nervoso quando nosso guia apareceu em frente ao hotel em Bucareste — nunca fui muito de andar de ATV. Mas também rolava aquela empolgação estranha, tipo quando você sabe que vai rir depois do que está prestes a fazer. A viagem até lá durou cerca de uma hora, mas parecia que já tínhamos deixado a cidade para trás quando chegamos às colinas onduladas e às matas densas. O ar tinha um cheiro de terra molhada, meio forte por causa da chuva da noite anterior, e pensei: é, agora sim, essa é a verdadeira Romênia.
Nosso guia local — Mihai, com seu humor seco — nos entregou os capacetes e deu uma rápida explicação (acho que eu devia estar mais perdido do que queria parecer). Formamos duplas para os ATVs; eu fui com um amigo, que acelerou muito mais rápido do que eu esperava. Os primeiros minutos foram bem turbulentos — lama voando para todo lado, galhos raspando nos meus braços — mas aí, de repente, tudo encaixou. Você começa a sentir o ritmo da trilha nas mãos. Mihai ficava de olho na gente, gritando dicas de longe (“Não freie tão forte!”), e em um momento parou para mostrar umas flores silvestres que cresciam na beira do caminho. Não esperava por isso.
A melhor parte? Uma clareira onde paramos por um instante. Sem barulho de motor, só o vento passando pelas árvores e todo mundo recuperando o fôlego — até o Mihai parecia mais tranquilo ali. Ainda penso naquela vista às vezes; não era nada espetacular, só... uma paz que ficou comigo mesmo depois que voltamos para mais uma rodada de lama e diversão. No fim, meus tênis estavam destruídos, mas valeu muito a pena.

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