Você vai pilotar seu próprio buggy por trilhas enlameadas na mata de Punta Cana, nadar nas águas frescas do cenote da Cueva Taína, provar café e cacau fresquinhos numa casa local, e relaxar na praia selvagem de Macao. Prepare-se para risadas, mergulhos e momentos sinceros—daqueles que ficam com você muito depois de tirar a lama do corpo.
O passeio dura meio dia, incluindo paradas na Cueva Taína, Casa Típica Dominicana e Praia Macao.
Sim, há tempo para nadar no cenote de águas cristalinas dentro da Cueva Taína durante o passeio de buggy.
É uma casa tradicional onde você aprende sobre a cultura dominicana e prova produtos locais como café, cacau e mamajuana.
Sim, os buggies são automáticos e simples de manusear, mesmo para iniciantes.
Sim, o transporte privado com busca no hotel está incluído na sua reserva.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir acompanhados de adultos; assentos especiais para bebês estão disponíveis se necessário.
Sim, o passeio é acessível para cadeirantes, incluindo opções de transporte e a maioria dos locais visitados.
Seu dia inclui transporte privado de ida e volta do hotel em Punta Cana, todas as entradas para Cueva Taína e Casa Típica Dominicana, onde você vai provar café, chocolate e mamajuana locais—e bastante tempo para curtir a Praia Macao antes de voltar, ainda com areia (e talvez um sorriso no rosto).
Não imaginei começar meu dia todo coberto de lama, mas foi exatamente isso que rolou uns dez minutos depois de começar nosso passeio de buggy em Punta Cana. O ar tinha cheiro de terra molhada e escapamento, e nosso guia—Luis, com aquela risada fácil—só acenou pra gente quando diminuímos perto da primeira poça grande. “Aqui não tem freio!” ele sorriu. Então, aceleramos sem medo. Minha camisa provavelmente nunca mais vai ser a mesma, mas, sinceramente? Valeu muito a pena.
A verdadeira surpresa foi a Cueva Taína. Depois de tanto barulho e solavancos, a caverna parecia quase silenciosa, só com o som da água pingando lá no fundo. A luz vinha de cima com um tom meio azulado, e quando entrei no cenote senti cada arrepio—frio, mas gostoso. Luis contou sobre o povo Taíno que vivia por aqui; tentei imaginar eles passando por essas mesmas pedras. É curioso como a gente passa rápido da adrenalina para o silêncio.
Depois, na Casa Típica Dominicana, provamos um café tão forte que meu coração quase pulou uma batida (ou talvez fosse só a empolgação). A mulher que torrava os grãos de cacau no fogo me deixou tentar moer um pouco—minhas mãos ficaram cheirando a chocolate por horas. Ela riu quando perguntei sobre mamajuana; pelo jeito, cada um tem sua receita. Ali o tempo parecia andar mais devagar, ou talvez fosse só o calor.
A última parada foi na Praia Macao—uma faixa selvagem de areia branca com ondas tão altas que abafam seus pensamentos se você deixar. Uns meninos vendiam cocos perto dos coqueiros, comprei um só pelo jeitinho deles. Sentado ali, com cabelo salgado e areia por todo lado, percebi o quanto precisava de um dia assim—não perfeito, nem arrumadinho, mas verdadeiro.
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