Você vai mergulhar direto na vibe de festa de Punta Cana — snorkel na Praia de Bávaro, dança com DJ ao vivo enquanto passa por golfinhos perto de Cabeza de Toro, e depois relaxa numa piscina natural do Caribe com open bar sempre à mão. Risadas, novos amigos, cabelo salgado e aqueles momentos que ficam pra sempre.
Sim, essa festa no barco é exclusiva para adultos.
Sim, bebidas alcoólicas e não alcoólicas à vontade no open bar.
Sim, todos os convidados recebem equipamento de snorkel de qualidade.
A parada para snorkel na Praia de Bávaro dura cerca de 35 minutos.
É possível avistar golfinhos perto de Cabeza de Toro, mas não é garantido.
Sim, o traslado de ida e volta está incluso na reserva.
Sim, durante o passeio servem petiscos e frutas tropicais frescas.
O DJ ao vivo toca hits internacionais como Hip Hop, Afrobeats, Dancehall, Reggaeton e mais.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Punta Cana, bebidas ilimitadas no open bar (o rum punch não para de rolar), uso de todo o equipamento para explorar os recifes da Praia de Bávaro, além de petiscos e frutas tropicais fresquinhas para curtir antes de voltar para a praia com o cabelo salgado e o sorriso no rosto.
Já estávamos quase saindo da Praia de Bávaro quando a equipe me entregou uma máscara que ainda tinha um leve cheiro de sal e protetor solar. A música batia forte sob meus pés — reggaeton misturado com algo que eu não reconhecia, mas curti na hora. Nosso guia, Miguel, sorria como se soubesse todos os truques do rolê (provavelmente sabe mesmo). No começo fiquei na dúvida — snorkel não é muito minha praia — mas a água estava tão cristalina que parecia mentira. Quando finalmente mergulhei, peixinhos pequenos passaram rápido pelas minhas pernas e alguém perto riu pelo snorkel. Engoli mais água do mar do que queria. Valeu a pena.
De volta ao convés, o sol pesava nos ombros e alguém me entregou um copo plástico de rum punch — doce demais, mas gelado na medida certa. O DJ já animava um grupo de amigos de Montreal; eles fizeram todo mundo dançar antes mesmo de chegarmos em Cabeza de Toro. Em um momento, diminuímos a velocidade perto do lugar onde golfinhos às vezes aparecem. Sem garantias, disse Miguel — a natureza é quem manda — mas conseguimos ver algumas barbatanas ao longe e todo mundo vibrou como criança. É engraçado como estranhos viram sua turma depois de dois drinks e uma música alta.
A última parada foi numa piscina natural rasa onde dava para ficar andando na água até a cintura, com o copo na mão (tentei não pensar em quantos copos já tinham caído no mar). Alguém começou um desafio de limbo com um macarrão de piscina — ninguém ganhou, mas ninguém ligou. A água estava tão quentinha que a gente esquecia do tempo por um instante. Voltando para a marina, percebi que meu cabelo estava cheio de sal e minha memória do celular cheia de fotos borradas — e, sinceramente? É assim que tem que ser.
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