Viva o ritmo de Punta Cana nessa festa de hip hop no barco — dançando com locais na areia, nadando em águas cristalinas do Caribe. Curta open bar, DJs ao vivo com beats urbanos e uma equipe que garante que ninguém fique de fora. Mais que uma festa, uma lembrança que fica pra sempre.
Sim, o transfer do hotel até o píer está incluído.
O DJ toca Hip-Hop, R&B, Dancehall e Afro Beats durante o passeio.
Sim, o open bar inclui bebidas alcoólicas e refrigerantes.
Sim, há paradas para nadar e fazer snorkel, com equipamento disponível.
Sim, todas as áreas e o transporte são acessíveis para cadeirantes.
O roteiro inclui várias horas de passeio com paradas para atividades.
Você receberá frutas tropicais frescas e petiscos, além das bebidas do open bar.
Bebês podem participar se estiverem no colo de um adulto; assentos especiais para bebês estão disponíveis.
Seu dia inclui transfer de ida e volta do hotel por transporte público se necessário, bebidas ilimitadas no open bar com refrigerantes e bebidas alcoólicas, frutas tropicais frescas e petiscos para manter a energia entre as paradas, uso de equipamento para snorkel nas águas cristalinas do Caribe, além de uma equipe animada que mantém a festa com jogos e música até a hora de voltar para a praia.
Vou ser sincero — quase perdi o transporte porque não achava a outra sandália (clássico eu), mas de alguma forma cheguei ao píer bem quando a música começou a bombar. A equipe já estava rindo e acenando, como se a gente tivesse atrasado para a própria festa. Tem algo em Punta Cana que faz o tempo parecer diferente — ou talvez seja só o jeito que todo mundo sorri por aqui.
Nosso guia, Luis, me entregou um rum punch antes mesmo de eu me situar. Ele falou algo tipo “não pode ter mão vazia nesse barco” e piscou. O DJ não perdeu tempo — batidas de hip hop misturadas com dancehall e afro beats, alto o suficiente pra sentir no peito, mas sem atrapalhar a conversa (ou melhor, o grito de risada). Passamos pela Ilha dos Golfinhos enquanto alguém tentava me ensinar uns passos de dança — acho que falhei feio, mas ninguém ligou. O cheiro do mar salgado junto com protetor de coco ainda está na minha cabeça.
Quando paramos para mergulhar, a água parecia azul demais pra ser real. Uns pularam direto; outros ficaram no open bar (eu fiz os dois, no fim). Depois, na areia rasa, com a água na cintura, rodeado de gente que virou amigo e um copo de plástico na mão, me peguei pensando que é disso que falam quando dizem “vibes boas”. Teve desafio de dança (esse eu pulei), jogos que eu nem entendi direito e vários momentos em que todo mundo simplesmente se soltou. Na volta, o Luis serviu shots de despedida e mandou a última música enquanto o sol se punha — nada dramático, só leve e feliz.

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