Prepare-se para sujar as mãos pilotando um Polaris ATV por trilhas na selva dominicana, experimentar uma cavalgada mesmo sem experiência, e se refrescar num cenote azul antes de curtir um almoço local ao ar livre. Cada parte do dia tem um clima diferente — às vezes barulhento e selvagem, outras vezes tão tranquilo que dá pra ouvir os pássaros ou só o seu coração batendo.
Sim, o traslado de ida e volta em ônibus compartilhado do hotel até o Bavaro Adventure Park está incluso.
Não precisa ter experiência; os cavalos são escolhidos conforme seu nível e os guias acompanham o tempo todo.
Use roupas leves, tênis fechado (obrigatório), leve roupa de banho, toalha, protetor solar e uma troca de roupa extra.
Inclui um almoço típico dominicano (bebidas não estão inclusas).
Não são permitidos bebês; os passageiros precisam ter pelo menos 1,30 m de altura.
Sim, o banho no Cenote Blue Lagoon está incluído durante o passeio.
Sim, há armários pequenos e grandes disponíveis por custo extra, pois não é permitido levar objetos pessoais nas atividades.
Os participantes devem ter no mínimo 1,30 m de altura e pesar até 130 kg.
Seu dia inclui traslado de ida e volta do hotel em ônibus compartilhado, entrada no Bavaro Adventure Park com acesso às áreas necessárias para as atividades, uso de todo equipamento necessário com briefing de segurança em português e inglês, passeio guiado de Polaris ATV por trilhas na selva e área da mina abandonada, sessão de cavalgada conforme seu nível, banho no Cenote Blue Lagoon, além de um almoço tradicional dominicano servido ao ar livre antes do retorno.
“Se ouvir os pássaros ficarem em silêncio, é sinal que você está bem no meio da selva de verdade,” disse nosso guia José, sorrindo enquanto me entregava o capacete. Não sei se ele estava brincando, mas essa frase ficou comigo o dia todo. O motor do Polaris ronronava sob mim — mais alto do que eu imaginava — e logo estávamos acelerando, levantando poeira entre o verde fechado. Minhas mãos ficaram sujas rapidinho (leve lenço umedecido!) e teve um momento em que o ar mudou do sol quente para uma sombra fresca tão de repente que parecia entrar em outro ambiente. Paramos numa antiga mina — hoje só restam algumas pedras, mas José contou histórias dos trabalhadores da época do avô dele. O cheiro de terra misturado com um toque metálico estava no ar.
Nunca tinha montado a cavalo antes desse passeio no Bavaro Adventure Park, mas me colocaram num cavalo calmo chamado Luna. A sela era dura e rangia a cada movimento (provavelmente eu parecia meio desajeitado). O caminho serpenteava entre palmeiras e pequenos grupos de flores silvestres — reparei várias vezes em umas florzinhas amarelas bem pequeninas. O grupo ficou em silêncio por um tempo, só a Li que tentava ensinar a gente a falar “bonito” em espanhol. Ela riu quando eu pronunciei errado (“hermoso” é mais difícil do que parece). Quando chegamos ao cenote, a camiseta já grudava nas costas e, sinceramente, aquela água gelada foi como apertar o botão de reset.
O almoço foi simples, mas gostoso — arroz, frango com um molho azedinho que até hoje não sei o nome, e plátanos fritos. Sentamos fora, sob um teto de palha com ventiladores girando no teto, e todo mundo soltou aquele suspiro de cansaço junto. Tem algo especial em comer depois de passar o dia no sol; a comida ganha outro sabor. Não esperava ficar tão relaxado depois de toda adrenalina do passeio de ATV. Ah, uma dica: use calçado fechado para tudo, menos para nadar, senão vai se arrepender.
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