Você vai fazer uma trilha pela selva perto de Puerto Plata com guias locais antes de pular, deslizar e nadar pelas Cachoeiras de Damajagua—até 12 quedas, dependendo do tempo do seu cruzeiro. Prepare-se para muita risada, água gelada, um almoço típico dominicano caprichado (com rum!), além de transporte fácil do porto para você curtir sem preocupação.
São cerca de 25 minutos de carro do terminal de cruzeiros Amber Cove até as Cachoeiras de Damajagua.
Sim, o almoço é um buffet dominicano com carnes assadas e saladas, servido após o passeio.
É importante se sentir confortável na água, mas coletes salva-vidas são fornecidos; não é necessário ser um nadador experiente.
Normalmente são 12 cachoeiras se o navio ficar menos de 8 horas no porto; em condições favoráveis, podem ser até 27.
Use tênis velho ou sandálias firmes (que vão molhar), roupa de banho por baixo do short e leve uma toalha para depois.
A idade mínima é 8 anos; crianças precisam estar acompanhadas por um adulto.
Não é recomendado para quem tem problemas nas costas, joelhos ou condições cardiovasculares frágeis.
Somente câmeras à prova d’água são permitidas, pois tudo vai molhar durante a atividade.
O passeio inclui transporte com ar-condicionado direto do terminal Amber Cove até as Cachoeiras de Damajagua, com lanches e toalhas geladas a bordo, todo o equipamento de segurança (capacete e colete salva-vidas), água mineral para a trilha pela selva, guias locais durante toda a aventura, além de um almoço completo com buffet dominicano, refrigerantes e rum local antes do retorno ao porto para o embarque no navio.
Ainda estávamos tirando o sal do mar quando entramos na van em frente a Amber Cove—ar-condicionado ligado no máximo, nosso guia soltando piadas naquele jeito descontraído dominicano. Vinte e cinco minutos rumo ao interior, o vento do mar deu lugar ao ar úmido e verde, cheio de folhas molhadas e cantos de pássaros distantes. Fiquei mexendo na alça do capacete enquanto recebíamos as instruções de segurança; todo mundo parecia meio nervoso, meio animado. Os guias locais distribuíram coletes salva-vidas e garrafinhas d’água, sorrindo como se já tivessem visto esse misto de expectativa e medo leve umas mil vezes.
A trilha até as cachoeiras foi... suada. Nada pesado, mas o suficiente para te fazer sentir vivo. Nosso guia apontou uma árvore com casca que cheirava a canela quando você arranhava—tentei, mas acho que meu nariz não é tão apurado. Quando chegamos na primeira queda (fizemos 12 no total, já que nosso navio não ficaria muito tempo no porto), eu já ouvia a água batendo nas pedras antes de ver. O primeiro salto parecia mais alto do que eu imaginava—alguém atrás de mim murmurou “vish” baixinho. Hesitei um segundo, depois me joguei. O choque da água gelada, o gosto do rio na boca, todo mundo vibrando. É engraçado como a gente começa a confiar em estranhos rapidinho quando está todo mundo escorregando junto nas pedras.
Deslizar por canais estreitos e cair em piscinas azuis era meio selvagem, meio como voltar a ser criança. Um dos guias—Miguel?—mostrou como sentar do jeito certo para o short não subir (eu ainda errei). Teve um momento, depois de um salto, em que tudo ficou silencioso, só o som da água batendo nas paredes de pedra. A luz do sol passava entre as folhas lá em cima—difícil explicar, mas essa cena não sai da minha cabeça.
De volta ao centro de visitantes, encharcados e sorrindo feito bobos, trocamos de roupa para o almoço. O cheiro do frango assado chegou primeiro—defumado e adocicado—e alguém já me entregou um rum com coca antes mesmo de eu sentar. O buffet tinha tanta comida que eu nem consegui provar tudo: arroz, ensopado de porco, saladas… Minhas mãos ainda tremiam, seja pela adrenalina ou de tanto rir no último salto. Depois nos despedimos dos guias (muitos toques de punho) e voltamos para Amber Cove. A experiência toda foi rápida e intensa ao mesmo tempo—sabe como é?
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