Você vai cruzar as águas turquesa de Bayahibe até a Ilha Saona num barco privativo, chegando antes da multidão — descalço na areia branca, fazendo snorkel nos recifes coloridos, segurando estrelas-do-mar na lagoa azul e curtindo um almoço fresquinho com bebidas incluídas. Com horas livres para relaxar ou explorar e um guia local super atencioso cuidando de tudo, esse passeio é tranquilo e feito para você aproveitar de verdade.
O trajeto rápido de barco dura cerca de 40 minutos em cada sentido.
Sim, o transfer confortável do seu hotel está incluído na ida e na volta.
Você chega cedo, antes da chegada dos outros turistas.
Sim, a lagosta está disponível por um custo extra se for encomendada antes.
Sim, o uso do equipamento de snorkel está incluído no passeio.
Sim, bebidas alcoólicas e não alcoólicas são servidas — inclusive no bar flutuante da lagoa.
O passeio é acessível para cadeirantes e adequado para todos os níveis de preparo físico; bebês também podem participar.
Sim, você terá a chance de segurar as estrelas-do-mar com cuidado durante a parada na lagoa natural.
Seu dia inclui transfer do hotel em veículo privativo; todos os trajetos em barco rápido e confortável com cobertura solar; bastante tempo nas praias tranquilas de Saona; equipamento de snorkel; paradas nas cavernas costeiras e manguezais do Caribe; um delicioso almoço com bebidas (alcoólicas ou não); além da experiência no bar flutuante da lagoa azul, onde você pode segurar estrelas-do-mar antes de voltar relaxado e com os pés na areia.
“Já viu água tão cristalina assim?” nosso guia Miguel gritou por cima do barulho do motor enquanto deixávamos Bayahibe para trás. Eram pouco mais de 8 da manhã e eu ainda estava meio sonolento, mas o cheiro do mar bateu forte no rosto e me acordou melhor que qualquer café. O barco não era aquele catamarã gigante lotado de gente — éramos só nós, o Miguel e aquela sombra gostosa da lona no teto. Dá até para ouvir os passarinhos nos manguezais enquanto passávamos, parecia coisa de filme. Às vezes a gente esquece o quão azul o Caribe pode ser até estar bem no meio dele.
Chegamos na Ilha Saona antes de todo mundo — sem multidão, só areia branca vazia e aquela palmeira que se curva sobre a água como se posasse para foto. Tirei os sapatos na hora; a areia estava fresca no começo, depois esquentou rapidinho conforme o sol subia. O Miguel riu quando tentei pedir uma piña colada em espanhol (fiz um verdadeiro desastre), mas mesmo assim ele me serviu uma — direto dentro do abacaxi. Tem algo mágico em beber um suco com os pés na água do mar que deixa tudo mais gostoso. O almoço veio depois: peixe grelhado, arroz, saladas... Não sei se foi o ar do mar, mas comi mais do que de costume.
Eu não esperava gostar tanto de fazer snorkel. A parada no recife foi tranquila — tivemos tempo para flutuar e alimentar aqueles peixinhos coloridos que vinham bem perto da máscara. Depois o Miguel mostrou uma estrela-do-mar azul grande na areia lá embaixo; ensinou a gente a pegar com cuidado (elas são meio macias e fresquinhas). Tem um bar flutuante montado bem ali na lagoa azul — juro que às vezes ainda penso naquele momento: em pé, com a água na cintura, um drinque na mão e estrelas-do-mar descansando nos meus tornozelos. Parece bobeira, mas fica na memória.
Passamos horas na Saona para fazer nada ou tudo — nadar, tirar um cochilo sob as palmeiras, sair para tirar fotos sem ninguém por perto. Se quiser lagosta no almoço, pode pedir antes (não experimentei, mas fica para a próxima). Na volta, passamos por cavernas na costa da Hispaniola; o Miguel contou histórias de piratas que se escondiam ali há séculos. Ele conhecia todo mundo em cada parada — sempre acenando ou chamando pelo nome. Essa parte também foi especial.

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