Nada na lagoa azul rasa da Ilha Saona entre estrelas-do-mar, relaxe nas praias de areia branca com almoço buffet e dance no catamarã de volta — tudo com guia local e transporte saindo de Santo Domingo. Sinta o sabor e o ritmo dominicano muito depois de partir.
O passeio completo dura o dia todo, incluindo transporte ida e volta de Santo Domingo.
Sim, o almoço é estilo buffet com várias opções de acompanhamentos e carnes.
Sim, o transporte ida e volta do seu hotel em Santo Domingo está incluso.
A Piscina Natural (Lagoa Azul) é um banco de areia raso onde você pode nadar entre estrelas-do-mar antes de chegar na Ilha Saona.
Sim, um guia local experiente acompanha todo o passeio.
Você terá cerca de 2 horas e 45 minutos de tempo livre na Ilha Saona.
Sim, as bebidas estão incluídas junto com o almoço buffet na Ilha Saona.
O passeio é adequado para todos os níveis de condicionamento físico e há assentos infantis disponíveis.
Seu dia inclui transporte ida e volta do hotel em Santo Domingo, passeios de barco de speedboat e catamarã com guia local, entrada na Piscina Natural (Lagoa Azul) para nadar entre estrelas-do-mar e na linda Ilha Saona, onde você desfrutará de um almoço buffet com bebidas antes de voltar de catamarã à tarde.
Alguém me entrega um copo plástico com suco de chinola, ainda gelado, enquanto balançamos na van saindo de Santo Domingo. Não sou muito de manhã, mas tem algo em ver a cidade sumir e dar lugar aos campos verdes que desperta de um jeito diferente. Nosso guia — Miguel — vai alternando entre espanhol e inglês, brincando que todo mundo vai esquecer o protetor solar até ser tarde demais. E ele estava certo. A viagem até Bayahibe não é curta (uns dois horas?), mas nem percebi porque a galera começou a contar histórias das suas cidades. Uma mulher do Canadá disse que nunca tinha visto água daquela cor.
O primeiro “uau” mesmo foi subir no speedboat em Bayahibe. O barulho, o cheiro de sal, protetor e óleo de motor — meio estranho, mas acolhedor. A viagem até a Ilha Saona é rápida, o vento bagunçando o cabelo, até que paramos de repente numa parte rasa chamada Piscina Natural. Não esperava ficar ali, na água até a cintura, segurando um drink e vendo estrelas-do-mar passeando aos meus pés. O Miguel indicou quais não podíamos tocar (ele levou isso a sério) e tentei falar “estrela do mar” direito — ele riu do meu sotaque.
Na Ilha Saona o tempo parece desacelerar. Tem coqueiros por todo lado e uma música vindo de trás das mesas do buffet — bachata, talvez? O almoço é simples: arroz, frango grelhado e uma salada com limão que eu não parava de repetir. A galera foi tirar um cochilo na sombra ou nadar de novo; eu fiquei deitado na areia ouvindo as crianças discutindo quem faria o castelo de areia mais alto. O sol estava forte, mas não cansava — talvez por causa da brisa do mar.
Na volta de catamarã, rolou muita dança e canto (ou pelo menos tentativa). Alguns se empolgaram, outros só ficaram olhando o céu mudando de cor sobre o mar. Teve um momento de silêncio geral — acho que todo mundo percebeu como a vida normal parecia longe ali. Até que alguém derrubou o drink e a risada voltou. Ainda penso naquela vista quando chegamos em Bayahibe no fim da tarde — como se a gente levasse um pouco daquela luz pra casa.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?