Você vai atravessar a Ponte Carlos e entrar no charme tranquilo de Mala Strana antes de subir ao Castelo de Praga com um guia local. Explore a luz colorida da Catedral de São Vito, o espaço ecoante do Salão Vladislav e termine pelas casas tortas da Rua Dourada. É história que você sente nos pés — e talvez até no riso.
O passeio dura cerca de 2,5 horas do começo ao fim.
Sim, os ingressos para a Catedral de São Vito, Palácio Real Antigo, Basílica de São Jorge e Rua Dourada estão inclusos.
O passeio começa na Ponte Carlos, em Praga.
Sim, um bilhete de bonde está incluído para facilitar seu deslocamento.
Você vai conhecer a Ponte Carlos, Bairro Pequeno, complexo do Castelo de Praga incluindo a Catedral de São Vito, Palácio Real Antigo (Salão Vladislav), Basílica de São Jorge e a Rua Dourada.
O passeio exige preparo físico moderado por envolver caminhada e algumas subidas.
Alguns prédios do Castelo podem fechar perto do Dia da Independência da República Tcheca, em setembro/outubro, por eventos especiais; você será avisado caso isso afete sua data.
Seu dia inclui um passeio guiado da Ponte Carlos por Mala Strana até o Castelo de Praga com um guia local, além dos ingressos para a Catedral de São Vito, Palácio Real Antigo (incluindo Salão Vladislav), Basílica de São Jorge, Rua Dourada e um bilhete de bonde para facilitar seu acesso pela cidade.
Quase perdi nosso guia na Ponte Carlos porque me distraí com um músico de rua tocando algo que parecia Vivaldi, mas não era — Praga tem esse efeito. Quando finalmente alcancei o grupo, nossa guia Jitka já contava uma história estranha sobre defenestrações (tive que pesquisar depois). Cruzamos a ponte juntos, o rio com um azul pálido sob um céu indeciso entre chuva e sol. O Bairro Pequeno estava mais calmo do que eu esperava para uma manhã de sábado; alguém vendia trdelník por perto e o cheiro de canela nos acompanhou até metade da subida.
A caminhada até o Castelo de Praga não é tão difícil quanto dizem, mas confesso que queria ter calçado algo mais confortável. Lá dentro, a Catedral de São Vito te envolve completamente — luz colorida e ecos por todos os lados. Jitka mostrou onde os reis eram coroados e sussurrou algo sobre ossos de santos escondidos à vista de todos. Tentei imaginar como seriam essas coroações, com toda aquela pedra e fumaça de vela. Teve um momento no Salão Vladislav em que todo mundo ficou em silêncio, exceto pelo barulho dos tênis de uma criança — me fez sorrir sem motivo.
A Rua Dourada foi a maior surpresa. É menor do que nas fotos, com portas tortas e janelas pintadas em azuis e amarelos impossíveis. Jitka contou que Kafka morou aqui por um tempo; Li, do nosso grupo, tentou falar “Zlatá ulička” e todos acabamos rindo (eu mais que ninguém). Nessa hora minhas pernas já estavam cansadas, mas eu não queria que acabasse — tem algo em ver dez séculos reunidos assim que fica na memória mais do que a gente imagina.

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