Você vai se juntar a um grupo pequeno para três dias explorando as planícies cheias de vida selvagem do Masai Mara, com safáris guiados, almoço piquenique à beira do rio Mara (com hipopótamos), noites ao redor da fogueira no acampamento e visita opcional a uma vila Maasai antes de voltar para Nairobi. Prepare-se para uma conexão verdadeira — com a natureza e com os outros viajantes — além daqueles momentos inesperados que a gente nunca planeja.
Esse safari tem duração de 3 dias e 2 noites, saindo de Nairobi.
Sim, o traslado está incluso, saindo do City Market em Nairobi às 8h da manhã.
Você pode ver leões, elefantes, leopardos, búfalos, rinocerontes, guepardos, gnus, zebras e muito mais durante os safáris.
Sim, as refeições estão incluídas — almoço no caminho para o Masai Mara e todas as refeições no acampamento.
Sim, inclui duas noites no Rhino Tourist Camp ou similar.
Sim, é acessível para cadeirantes e crianças pequenas podem participar com assentos ou carrinhos especiais.
Não há menção sobre as taxas de entrada; confirme diretamente no momento da reserva.
Sim, há uma visita opcional a uma vila Maasai no terceiro dia por 20 dólares por pessoa.
Seu pacote de três dias inclui transporte em land cruiser com teto retrátil saindo do City Market em Nairobi até o Masai Mara e volta; duas noites no Rhino Tourist Camp ou similar; todas as refeições principais, incluindo piquenique à beira do rio; safáris diários guiados por guias locais experientes; além da visita opcional à vila Maasai antes do retorno.
Vou ser sincero — nossa viagem ao Masai Mara começou com um pouco de confusão. Mal havíamos saído de Nairobi quando alguém percebeu que tinha esquecido a jaqueta no City Market, e rolou aquela correria entre risadas e “será que voltamos?” (não voltamos). Nosso motorista, Daniel, só sorriu e disse que o sol do Mara ia nos esquentar de qualquer jeito. A estrada para fora da cidade estava meio esburacada — lembro que meu café quase pulou da xícara — mas ver a paisagem mudando da cidade para a savana aberta foi como tirar camadas que eu nem sabia que tinha.
Quando chegamos à Reserva Nacional Masai Mara, com poeira grudada nos sapatos, o ar parecia diferente — mais nítido, cheio de cantos de pássaros que eu não conseguia identificar. O primeiro safári ao entardecer foi mais silencioso do que eu esperava; todo mundo ficou em silêncio enquanto observávamos um bando de elefantes passando pela grama dourada. Daniel apontou pegadas na terra (“leão, talvez da noite passada”), e alguém sussurrou que sentia cheiro de sálvia selvagem no vento. O jantar no acampamento parecia melhor do que tinha direito — talvez porque comemos ao redor da fogueira, sob um céu tão estrelado que parecia mentira. Minha barraca rangeu com o vento naquela noite, mas dormi como uma pedra.
O segundo dia foi longo, mas, pra ser honesto, meio mágico. Saímos antes do nascer do sol, ainda sonolentos, mas animados, pulando na land cruiser do safari com o teto aberto para fotos. Tem algo em ver os gnus cruzando as planícies que faz a gente se sentir pequeno de um jeito bom. O almoço à beira do rio Mara foi simples — sanduíches e frutas — mas comer enquanto os hipopótamos bufavam perto dava a sensação de um banquete. Em um momento tentei pronunciar “topi” direito (Daniel riu; não acertei). No fim da tarde minha bateria da câmera acabou, mas nem liguei — tem momentos que são melhores sem uma tela entre você e o que está acontecendo.
Na manhã do último dia, depois do café da manhã (ovos feitos no fogo de lenha), teve a opção de visitar uma vila Maasai por 20 dólares a mais. Algumas pessoas foram; eu fiquei só observando a luz mudar na savana enquanto arrumava minhas coisas devagar. A volta para Nairobi foi mais silenciosa do que na ida — talvez todo mundo estivesse revivendo mentalmente seus momentos favoritos. Até hoje, semanas depois, tem uma cena que ficou comigo: parado à beira do rio, ouvindo só o vento e cascos distantes. É estranho o que fica na memória.
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