Você vai chegar ao Al Rahal Camp e ser recebido com chá árabe antes de se acomodar nas almofadas entre as dunas douradas do Qatar. Experimente um almoço ou jantar BBQ fresquinho enquanto a música de oud toca ao fundo, arrisque um sandboard (se tiver coragem) e curta o pôr do sol surreal sobre a areia infinita. Inclui traslado de Sealine, bebidas e hospitalidade local — muito mais que só fotos.
O passeio inclui traslado saindo de Sealine; se vier de Doha, você precisa chegar ao ponto de encontro por conta própria.
Sim, sua reserva inclui buffet BBQ no almoço ou jantar, com água, refrigerantes, chá e café.
Sim, há opções vegetarianas; basta avisar sua preferência no momento da reserva.
Sim, famílias são bem-vindas; bebês precisam ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Você pode relaxar nas áreas sombreadas, experimentar sandboard ou explorar as dunas, tomar café ou chá árabe e tirar fotos da paisagem do deserto.
Sim, o transporte do ponto de encontro em Sealine até o Al Rahal Camp está incluído; também há opção de buscar no hotel, se selecionado na reserva.
Não, não é recomendado para gestantes devido ao terreno e condições da viagem.
Leve proteção solar (chapéu/protetor), roupas confortáveis para atividades na areia e sua câmera para registrar o pôr do sol.
Seu dia inclui transporte de Sealine (ou busca no hotel, se escolhida), água mineral e refrigerantes durante a estadia no Al Rahal Desert Camp, além de um generoso buffet BBQ no almoço ou jantar servido com chá ou café árabe — tudo isso com o sorriso e a hospitalidade local antes do retorno ao pôr do sol ou à noite.
“Quer mais chá?” Foi assim que tudo começou — nosso guia, Khalid, estendendo aquele copinho de vidro enquanto entrávamos no Al Rahal Camp. A areia ainda estava quente sob meus pés, mesmo já sendo fim de tarde. Um murmúrio baixo de vozes vinha da área sombreada do majlis, e, pra ser sincero, o cheiro da carne assada foi o primeiro a me atingir. Eu já tinha visto fotos do deserto do Qatar, mas estar ali, com aquela imensidão dourada e uma brisa que mexia na ponta do meu lenço, era outra coisa. Não mais alto nem mais silencioso do que eu esperava. Só... mais suave? Difícil explicar.
Khalid contou que, quando criança, a família dele vinha aqui nos fins de semana — e que sandboard é coisa séria por aqui (eu tentei; digamos que a gravidade não perdoa). O acampamento não era nada luxuoso, mas tinha almofadas enormes espalhadas e lanternas penduradas em cordas. Acabei sentado ao lado de um senhor que servia café para todo mundo e quase não falava; só sorria toda vez que alguém tentava falar “shai”. Li riu quando tentei falar em mandarim — provavelmente detonei a palavra — mas ninguém se importou. A comida chegou toda de uma vez: kebabs defumados, arroz com açafrão, saladas frescas com sabor de hortelã e limão. Do lado de fora, dava para ouvir crianças correndo, o barulho das sandálias batendo na areia dura.
Tirei fotos demais enquanto o sol começava a se pôr atrás das dunas — tudo ficou com um tom pêssego estranho por uns cinco minutos. Alguém tocava música de oud num alto-falante perto das tendas, baixo o suficiente para deixar o vento dominar. Não sei se é sempre assim ou se tivemos sorte com o clima (nem estava tão quente), mas até hoje lembro daquela vista quando estou preso no trânsito de Doha. Saímos depois do jantar — com refrigerantes na mão — e Khalid nos levou de volta para Sealine em silêncio por um tempo. Todo mundo estava satisfeito e meio quieto, daquele jeito bom em que não precisa falar nada.
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