Você vai caminhar pelas ruas sinuosas de Sintra, escolher dois palácios para explorar com seu guia, sentir o vento nos penhascos do Cabo da Roca e terminar passeando pelas charmosas ruas à beira-mar de Cascais. Um dia cheio de cores, história e surpresas — com tempo para respirar entre cada parada.
O passeio dura cerca de 8 horas, incluindo todas as paradas.
Você pode escolher dois entre: Palácio da Pena, Quinta da Regaleira, Palácio de Monserrate, Castelo dos Mouros ou Palácio Nacional de Sintra.
Sim, o traslado de ida e volta no seu hotel ou apartamento em Lisboa está incluso.
Não, os ingressos não estão incluídos, mas seu guia ajuda a evitar filas na Pena e na Quinta da Regaleira.
Não, o almoço fica por sua conta, com tempo para comer em Sintra ou Cascais.
A van com ar-condicionado comporta até 8 pessoas no grupo.
Recomenda-se usar sapatos confortáveis para caminhar em caminhos irregulares.
Seu dia inclui transporte privado em van com ar-condicionado só para o seu grupo, traslado de ida e volta em Lisboa, água mineral durante o trajeto e um guia local que conta histórias e oferece atalhos para evitar filas em alguns palácios (ingressos não incluídos). Você escolhe o ritmo e quais dois palácios quer explorar com calma antes de voltar para casa cansado, mas feliz.
Mal saímos de Lisboa e o nosso motorista João já começava a contar histórias sobre Sintra — não só fatos, mas memórias da infância dele. Isso já deu o tom do passeio. O ar ficou mais fresco conforme subíamos para Sintra, e confesso que não esperava sentir aquele cheiro de pedra molhada e jasmim depois da chuva da manhã. Caminhamos pelas ruas estreitas e medievais, passando por casas coloridas e pelo Palácio Nacional com suas chaminés curiosas. João apontou uma padaria onde fazem os “melhores travesseiros” — até hoje me arrependo de não ter comprado um.
O Palácio da Pena foi nossa primeira parada. As cores parecem até de desenho animado — vermelhos e amarelos vibrantes contra as colinas verdes e enevoadas. Por dentro estava cheio, mas João sabia uns atalhos; ele nos guiava para evitar multidões e parava para admirar calmamente os azulejos. Tem um ponto no terraço de onde dá para ver o mar, se as nuvens colaborarem (não foi o nosso caso, mas isso deixou tudo mais misterioso). Depois fomos para a Quinta da Regaleira — jardins cheios de estátuas cobertas de musgo e túneis, meio assustador, mas divertido. Meus sapatos ficaram enlameados no Poço Iniciático, mas ninguém ligou.
A viagem até o Cabo da Roca foi como um suspiro de alívio. Vento forte, gaivotas gritando no céu, o cheiro do Atlântico no ar. Estar ali, no ponto mais ocidental da Europa, é mais estranho do que eu imaginava — as pessoas riem nervosas ou ficam olhando para o horizonte sem dizer nada. Na volta, paramos em Cascais; João contou que a cidade já foi refúgio de reis e espiões antes de virar um destino de praia. Sentamos na beira do porto com bebidas geladas, vendo os velhinhos discutirem futebol num português que eu quase conseguia entender.
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