Você vai subir por estradas sinuosas acima de Funchal com um guia local, assistir ou fazer a descida de carrinhos em Monte, admirar a vista do Pico dos Barcelos, caminhar pelo skywalk de vidro do Cabo Girão e explorar uma vila típica de pescadores madeirense — tudo com traslado privado e muitas histórias pelo caminho.
Sim, o traslado do hotel está incluído, apenas na área de Funchal.
A entrada para a plataforma de vidro do Cabo Girão custa 2€ por pessoa desde março de 2023.
Sim, você pode optar por fazer a descida de carrinhos em Monte por 15€ por pessoa; o guia vai buscá-lo na parte de baixo.
Sim, assentos especiais para bebês estão disponíveis mediante solicitação.
Este é um tour de meio dia pela Ilha da Madeira; a duração exata pode variar, mas geralmente dura algumas horas.
O guia fala inglês e é local da Madeira.
Sim, é adequado para todos os níveis de condicionamento físico.
Seu dia inclui transporte privado em veículo com ar-condicionado, traslado do seu hotel em Funchal, paradas no Miradouro do Pico dos Barcelos e no Cabo Girão (entrada não incluída), além de tempo numa vila de pescadores tradicional — com opções para bebês ou crianças pequenas se necessário.
Confesso que não esperava rir tanto durante um passeio assim. O João nos buscou na porta do hotel em Funchal — acenou como se fôssemos amigos de longa data, e isso já me deixou bem à vontade. A van tinha um cheiro leve de eucalipto (ele disse que é por toda parte aqui), e enquanto subíamos para Monte, ele foi mostrando os jardins que parecem agarrados às encostas. Poderíamos ter feito o famoso descida de carrinhos de vime em Monte, mas na última hora acabei desistindo. Ficamos só observando alguns corajosos descerem enquanto tomávamos café numa cafeteria. Os locais vibravam com eles; um senhorzinho piscou pra mim quando me assustei com a velocidade.
Depois, o João nos levou até o Miradouro do Pico dos Barcelos. O ar ali estava mais fresco, quase cortante, e dava pra ver o Funchal inteiro lá embaixo — telhados vermelhos descendo até o mar. Ele contou que as famílias costumam vir aqui aos domingos para piqueniques. Me apoiei no muro de pedra tentando absorver tudo, mas fotos nunca capturam a luz do jeito certo, né? Aí fomos para o Cabo Girão: aquele skywalk de vidro. Minhas pernas tremeram ao pisar lá (580 metros de altura é mais do que parece), mas a vista dos penhascos e do oceano é de tirar o fôlego. Um vento salgadinho bagunçou meu cabelo todo; o João brincou que agora eu estava “bem madeirense”. A entrada custou 2€ por pessoa — valeu cada centavo pela adrenalina.
A última parada foi numa vila de pescadores — acho que Câmara de Lobos? Barcos coloridos balançando no porto e velhinhos jogando cartas sob guarda-sóis listrados. Dizem que Churchill costumava pintar aqui; o João mostrou uma foto antiga no celular dele. Caminhamos pelo cais vendo mulheres desembaraçando redes e crianças correndo entre barris. O cheiro era uma mistura de peixe assado com óleo de motor — não é desagradável, é o cheiro da vida à beira-mar. No caminho de volta, o João contou que o irmão dele, Ricardo, às vezes faz esses passeios quando ele está ocupado. Dá pra sentir que você está em boas mãos, de qualquer jeito.
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