Veja a costa da Madeira brilhar ao pôr do sol em um barco privado só para seu grupo — espumante na mão e petiscos à disposição. Ouça as histórias do seu skipper local sobre o Cabo Girão e Câmara de Lobos, enquanto golfinhos às vezes nadam ao lado. É um silêncio raro e especial que você vai guardar muito depois de voltar para terra firme.
O passeio costuma durar o tempo do entardecer, navegando pela costa da Madeira saindo de Funchal.
Sim, uma garrafa de espumante e petiscos leves estão inclusos a bordo.
Há chance de avistar golfinhos, baleias, tartarugas ou peixes durante a navegação — mas os avistamentos não são garantidos.
A descrição informa que o traslado está incluído para quem reserva esse cruzeiro privado ao pôr do sol saindo de Funchal.
O Scorpio III é um veleiro Jeanneau Sun Odyssey 36i com três cabines e banheiro a bordo.
O passeio não é recomendado para bebês ou pessoas com tendência a enjoo; bebês devem ficar no colo de um adulto caso participem.
Sim, há banheiro para maior conforto durante o passeio.
Não, não é recomendado para pessoas com deficiência devido às exigências físicas a bordo.
Sua noite inclui um passeio privativo de vela pela costa da Madeira, saindo de Funchal e passando pelo Cabo Girão e Câmara de Lobos, com espumante, petiscos leves e água mineral. O barco conta com banheiro para seu conforto durante o cruzeiro, que termina com o retorno ao porto após o pôr do sol.
A primeira coisa que me vem à mente é a luz — como ela refletia na água assim que saímos do porto de Funchal, dourada com faixas azuis. Nosso skipper, João, nos ofereceu taças de espumante (felizmente, nada muito doce) enquanto o motor entrava no ritmo. O cheiro do mar, salgado, grudava na pele. Fiquei de olho nos golfinhos — acho que todo mundo fica — mas, pra ser sincero, eu estava tão encantado vendo a costa deslizar devagar. As falésias do Cabo Girão pareciam quase pintadas naquele sol de fim de tarde. João contou como os pescadores costumavam avistar seus barcos dali de cima, com os olhos semicerrados contra o brilho. Parecia uma história de família.
Tentei falar “Câmara de Lobos” direito e errei — João riu, mas daquele jeito tranquilo que só quem é da região tem, quando vê os visitantes enrolando o idioma. Passamos perto da vila e dava pra ver os barquinhos de pesca balançando pertinho da costa, todos coloridos contra as pedras escuras. Alguém passou uns petiscos — simples, nada elaborado — e eu me senti mais relaxado do que em toda a semana. Talvez fosse o ar do mar ou simplesmente estar longe da multidão por um tempo.
Teve um momento em que todo mundo ficou em silêncio — ninguém falou “uau” ou coisa parecida, mas dava pra sentir: só nós, umas gaivotas voando e aquele céu enorme tingido de laranja no horizonte da Madeira. Era uma privacidade que a gente quase não encontra nas férias. O barco balançava suavemente; minha amiga quase derrubou a bebida, mas segurou na última hora e a gente riu junto. Até hoje, quando fecho os olhos, consigo ouvir o som suave das ondas batendo no casco.
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