Explore as colinas de Lisboa num tuk tuk elétrico privado com guia local — paradas nos mirantes de São Pedro de Alcântara e Senhora do Monte, degustação de pastel de nata no Time Out Market e histórias sobre revoluções e santos pelas ruas de pedra. Um passeio animado e íntimo que vai além dos pontos turísticos.
O passeio dura cerca de 2h30, desde o embarque até o desembarque.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel está incluído para seu grupo.
Você visitará o Miradouro de São Pedro de Alcântara, Elevador de Santa Justa, Time Out Market Lisboa, Praça do Comércio, mirantes em Alfama e o Miradouro da Senhora do Monte.
Crianças são bem-vindas acompanhadas por adultos; cadeirinhas estão disponíveis para crianças a partir de 7 anos.
O tuk tuk elétrico facilita o acesso a ruas estreitas, mas não é recomendado para quem tem lesões na coluna ou problemas cardiovasculares graves.
Não inclui refeição completa, mas você poderá provar pastel de nata e ginginha no Time Out Market durante a parada.
Este é um tour privado — somente seu grupo e o guia estarão juntos.
O guia é fluente em inglês (e normalmente português); consulte antecipadamente para outros idiomas.
Seu dia inclui transporte privado em tuk tuk elétrico com traslado do hotel, um guia local simpático que compartilha histórias em cada parada — de praças históricas a mirantes panorâmicos — além de seguro de responsabilidade civil e acidentes pessoais para sua tranquilidade enquanto exploram juntos as ruas sinuosas de Lisboa.
Mal entramos no tuk tuk perto da Praça dos Restauradores, o João, nosso motorista, sorriu e perguntou se já tínhamos tentado falar “Praça dos Restauradores”. Dei meu melhor, ele riu de forma simpática e apontou o obelisco enquanto passávamos rápido. A cidade já estava acordando, os bondes tocando ao fundo, mas dentro do tuk tuk o silêncio era quase mágico (por ser elétrico, sem barulho de motor). A luz do sol refletia nos azulejos antigos por toda parte. João não parava de contar histórias — às vezes parava no meio da frase para acenar para alguém que conhecia na rua. Gostei disso.
A subida até o Miradouro de São Pedro de Alcântara foi mais íngreme do que eu esperava; dava para sentir o cheiro do pão saindo do forno numa padaria ali perto. No topo, paramos para fotos — a cidade inteira se estendia aos nossos pés, o castelo em uma colina, o rio brilhando ao longe. Meu parceiro tentou contar os telhados (impossível), e João apontava Alfama e Bairro Alto como quem mostra o quintal de casa. O ar estava quente, mas leve; dava para ouvir as gaivotas por cima do trânsito. Ficamos mais tempo do que planejado — até hoje penso naquela vista.
Depois seguimos por ruas estreitas onde andar a pé seria um desafio entre carros ou nos perdermos (sou péssimo com direções). Paramos no Elevador de Santa Justa e no Largo do Carmo — João contou sobre a revolução de 1974, a voz dele ficou mais baixa ao falar das pessoas reunidas na praça. No Time Out Market, ele insistiu que experimentássemos o pastel de nata com ginginha (“Você tem que provar!”), e eu provei — com os dedos grudando, claro. Ele parecia orgulhoso toda vez que gostávamos de algo típico.
O trecho final nos levou até o Miradouro da Senhora do Monte — o ponto mais alto de Lisboa. Ali estava mais tranquilo; até o João ficou em silêncio por um instante enquanto admirávamos os telhados. A brisa trazia um leve cheiro de eucalipto de algum lugar próximo. Na descida, ele apontava pequenos detalhes — uma estátua aqui, um azulejo desgastado ali — que eu jamais teria notado sozinho. Sinceramente, não esperava me sentir tão conectado depois de poucas horas passeando de tuk tuk com alguém que claramente ama essa cidade.

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