Deixe o agito de Lisboa para trás e mergulhe nas ruas cheias de história de Évora, entre numa capela feita de ossos humanos, prove sabores locais no almoço e explore megálitos antigos no campo aberto. Com um guia local cuidando de tudo (traslado incluso), você vai conseguir perceber os pequenos detalhes — a luz batendo nas pedras antigas ou risadas ao redor do queijo — que fazem esse passeio ficar na memória muito tempo depois.
São cerca de uma hora de van saindo do centro de Lisboa até Évora.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel em Lisboa está incluído.
A Capela dos Ossos é uma capela dentro da Igreja de São Francisco decorada com ossos e caveiras humanas.
Sim, você vai conhecer o Cromeleque dos Almendres, um grande círculo de pedras neolítico perto de Évora.
Não, o almoço não está incluído, mas você terá tempo livre em Évora para escolher onde comer.
É uma caminhada moderada; recomendamos usar calçados confortáveis para explorar as ruas e os pontos turísticos de Évora.
Sim, o guia fala vários idiomas, conforme a necessidade do grupo.
Sim, a van oferece WiFi durante o trajeto.
Seu dia inclui traslado de ida e volta do hotel em Lisboa em van privativa com WiFi, água mineral durante o trajeto, um guia local experiente em cada parada (dos templos romanos às pedras neolíticas), além de bastante tempo para explorar o centro de Évora e escolher seu próprio lugar para almoçar antes de voltarmos juntos no fim do dia.
O que mais me chamou atenção foi a luz mudando enquanto cruzávamos a Ponte 25 de Abril, deixando Lisboa para trás — um tom dourado, já não era mais manhã, mas ainda suave. Nossa guia, Sofia, apontava os bairros antigos que passávamos e contava histórias do Alentejo que eu nunca tinha ouvido. A van estava silenciosa, só o som da voz dela e o leve ronco dos pneus. Pela janela, eu via sobreiros e ovelhas, e pensava como tudo era diferente da vida na cidade.
Évora me surpreendeu. A gente lê sobre “cidades UNESCO”, mas é outra coisa caminhar por aquelas ruas estreitas de pedra. Paramos no Templo de Diana — colunas romanas que parecem estar ali há séculos — e depois entramos numa imensa catedral gótica onde dá para subir no telhado. A vista dos telhados de azulejo e dos olivais ficou gravada na minha memória. O almoço foi por conta própria; acabei num lugar minúsculo onde um senhor insistiu que eu experimentasse o queijo de ovelha favorito dele (fiz isso, salgado e cremoso — valeu muito).
Confesso que a Capela dos Ossos me fez parar na porta. As paredes são literalmente forradas de caveiras e ossos — não é assustador, mas tem uma paz estranha no ar. A Sofia explicou por que construíram assim há séculos. Tinha um respeito ali que não sei explicar. Depois seguimos para o campo aberto ver o Cromeleque dos Almendres, um círculo de pedras neolítico mais antigo que Stonehenge. O ar cheirava a ervas selvagens e poeira, e quando a Sofia pediu para tocarmos uma das pedras para dar sorte... pode parecer bobeira, mas eu toquei mesmo.
Na volta para Lisboa, o clima ficou mais calmo — talvez cansados ou só pensativos depois de um dia assim. Cruzando a ponte de volta com o entardecer chegando, vi as luzes da cidade acendendo e senti uma gratidão estranha por ter caminhado por tanta história junto com aquele grupo.

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