Você vai ver golfinhos e baleias selvagens de um catamarã espaçoso em Funchal, guiado por locais que sabem exatamente onde procurar. Se escolher os passeios do meio-dia ou tarde, ainda rola um mergulho sob as falésias do Cabo Girão. Prepare-se para conversas reais e o ar aberto do oceano — nada de barco lotado aqui.
Não, só os horários do meio-dia (12h) e da tarde (15h30) têm parada para nado de 20 minutos; o passeio das 9h é só para observação.
O catamarã comporta até 35 pessoas por passeio, garantindo conforto e espaço.
Sim, guias certificados e multilíngues acompanham e explicam sobre golfinhos e baleias.
Sim, o barco é acessível e indicado para todos os níveis de mobilidade.
Sim, crianças são bem-vindas acompanhadas de adultos; assentos para bebês também estão disponíveis.
A parada para nadar acontece perto do Cabo Girão nos passeios que incluem essa opção.
Inclui guia profissional, equipamento de snorkel para quem quiser nadar, comentários ao vivo e acesso a todas as áreas do catamarã.
Seu dia inclui comentários ao vivo de guias multilíngues que ajudam a localizar golfinhos e baleias, uso de equipamento de snorkel para os mergulhos nos passeios do meio-dia e tarde perto do Cabo Girão, além de espaço para relaxar dentro e fora do catamarã enquanto navega pela costa de Funchal e volta renovado.
Não esperava sentir tanta liberdade num barco — geralmente é tudo apertado, mas no catamarã Magic Dolphin Celebrity, saindo de Funchal, foi tranquilo. Achamos um cantinho na frente, com os pés apoiados na rede e o vento brincando no cabelo. Nosso guia, Paulo, ficava de olho no horizonte — ele fala dos golfinhos com uma calma que prende a atenção. Apontou o primeiro grupo antes mesmo de eu ver; de repente, flashes prateados cortavam o azul do mar. Alguém perto soltou um suspiro (não fui eu... ok, talvez eu).
O ar tinha cheiro de sal e protetor solar, e quando desaceleramos perto do Cabo Girão, o Paulo explicou a profundidade das falésias debaixo d’água. Tentei falar “Cabo Girão” do jeito dele — mandei mal, claro. Ele riu e disse que já ouviu coisa pior. A água estava mais fria do que eu esperava quando pulamos para o banho rápido (uns 20 minutos?), mas foi revigorante. Tem algo mágico em flutuar ali com aquelas falésias atrás — difícil explicar se você não viveu.
Na volta para Funchal, o grupo ficou meio em silêncio. Dá para ver o Reid’s Hotel no morro — o Paulo contou que Churchill já ficou lá, o que soou meio grandioso perto da gente se secando com toalhas salgadas. O sol começava a mudar e tudo parecia mais suave. Ainda penso naquela vista quando o barulho do dia a dia aperta.

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