Remar da praia de Benagil até as grutas com um guia local que deixa o passeio leve e autêntico. Veja a luz do sol entrando pelo famoso buraco da gruta, aprenda sobre formações rochosas antigas e relaxe na areia quente da Praia da Marinha antes de voltar pela costa do Algarve.
O passeio guiado dura cerca de duas horas do início ao fim.
Sim, um guia local experiente acompanha você durante toda a atividade.
Sim, todos os participantes recebem coletes salva-vidas neste passeio.
Sim, você visita tanto a gruta de Benagil quanto a Praia da Marinha durante o passeio.
Sim, bolsas impermeáveis são fornecidas para levar seus pequenos objetos com segurança.
Não, por questões de segurança não é recomendado para bebês que ficam sozinhos ou gestantes.
A atividade é adequada para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendada para quem tem problemas na coluna ou cardiovasculares.
Seu passeio de duas horas inclui todo o equipamento de caiaque, coletes salva-vidas e bolsas impermeáveis para seus pertences. Um guia local simpático conduz você pela gruta de Benagil até a Praia da Marinha — sem preocupações com logística ou perder os melhores pontos da costa do Algarve.
Mal havíamos fechado os coletes salva-vidas quando o João, nosso guia, sorriu e apontou para o brilho dourado das falésias refletindo na água — eu nem tinha reparado na cor até ele falar. O ar estava com cheiro de mar, mas também de protetor solar (alguém exagerou por perto). Partimos da praia de Benagil em caiaques bem coloridos que surpreendentemente eram estáveis — embora eu tenha conseguido me molhar logo de cara. João não parava de brincar dizendo que remar é “como mexer sopa”, e isso deixou todo mundo à vontade. Ouvíamos as gaivotas lá no alto, mas o som principal era dos remos entrando e saindo da água.
Quando entramos na primeira gruta, acabei abaixando a cabeça mesmo tendo espaço de sobra. Lá dentro é mais escuro do que parece, mas aí você olha para cima e vê aquele famoso buraco redondo — a luz do sol entrando como um holofote. João contou como essas grutas se formaram ao longo de milhares de anos; peguei só metade porque fiquei hipnotizado com os desenhos nas paredes (parecem macios, mas são ásperos ao toque). Em um momento, ele perguntou se alguém queria tentar falar “Praia da Marinha” do jeito certo — a Li riu quando tentei falar em português. Acho que estraguei a palavra, pra ser sincero.
Fizemos uma pausa na Praia da Marinha — areia por todo lado, quentinha sob os pés. Alguns foram nadar; eu fiquei só observando os caranguejinhos correndo perto dos meus dedos. O grupo já estava bem animado, mesmo com a maioria se conhecendo ali pela primeira vez. No caminho de volta pela costa do Algarve, João apontava as pedras que pareciam animais (juro que uma parecia mesmo um elefante). Teve um momento em que tudo ficou silencioso, só o som das ondas, e pensei: é por isso que tanta gente volta pra cá.

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