Seu coração vai acelerar ao embarcar no avião em Alvor para um salto tandem de paraquedismo a 10.000 pés — com um instrutor experiente ao seu lado. Após um rápido briefing, sinta a queda livre sobre a costa sul de Portugal antes de flutuar com vistas que vão de Portimão até o mar. Inclui todo o equipamento, seguro, óculos e certificado do salto — uma lembrança para a vida toda.
O salto tandem em Alvor é feito a 10.000 pés (cerca de 3.500 metros).
Não é necessário ter experiência; todas as instruções são dadas antes do salto.
Sim, todo o equipamento necessário para o salto está incluso.
É obrigatório levar passaporte ou documento com foto; cópias digitais também são aceitas.
A idade mínima é 16 anos (com autorização dos pais para menores de 18). Peso máximo é 110 kg; taxas extras podem ser cobradas acima de 90 kg.
Se o salto for cancelado por causa do clima, você pode remarcar ou receber reembolso total.
Reserve até quatro horas para todo o processo, incluindo preparação e espera.
Sim, há opções de transporte público próximas à zona de salto em Alvor.
O seu dia inclui todo o equipamento para o salto tandem com um instrutor experiente em Alvor, além de seguro e impostos. Você ainda ganha um óculos Skydive Seven de lembrança e um certificado oficial após o pouso — só precisa levar seu documento e se preparar para aquele friozinho na barriga (e algumas risadas) antes da decolagem.
Jamais imaginei que minhas mãos iam tremer antes de pular de um avião, mas lá estava eu em Alvor, Algarve — as palmas suadas segurando firme o arnês enquanto meu instrutor Rui sorria como se fosse só mais um dia comum. O vento lá em cima é mais barulhento do que eu esperava; parecia que preenchia minha cabeça. Tivemos só uns quinze minutos de instruções (que me pareceram loucos), e de repente estávamos caminhando em direção à porta aberta a 10.000 pés. Alguém atrás de nós riu e gritou algo em português — provavelmente uma piada para os novatos.
No instante em que nos inclinamos para frente, tudo ficou silencioso por meio segundo — como se meu cérebro pausasse antes de entender que estávamos caindo rápido sobre a costa de Portimão. A queda livre não é o que eu imaginava: não é tanto “cair”, mas ser sustentado pelo próprio vento. Minhas bochechas balançavam (confesso) e eu sentia cheiro de sal no ar, mesmo tão alto. O Rui apontou para a praia e gritou algo que não consegui ouvir por causa do vento, mas acenei com a cabeça — parecia que eu estava voando, de verdade.
Quando o paraquedas abriu (um puxão, mas nada assustador), tudo desacelerou e dava para ver barquinhos na água e telhados coloridos espalhados por Alvor. O sol brilhava — daquele jeito que deixa as cores mais vivas — e lembro de pensar como era estranho sentir tanta paz depois de tanto barulho. No final, o Rui me entregou um óculos Skydive Seven — ainda guardo eles em alguma parte da minha mochila. Sobre a parte prática: sim, conferiram meu documento duas vezes e garantiram que todo mundo entendeu as regras de segurança antes de começar. Tem um pouco de espera (o clima pode atrasar), mas ninguém parecia se importar; a galera só trocava histórias ou andava de um lado para o outro, nervosa como eu.

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