Você será buscado em Albufeira ou Vilamoura para um passeio tranquilo pela região dos vinhedos, com degustação de vinhos regionais acompanhados de queijos e charcutaria, guiado por especialistas. Caminhe entre as parreiras iluminadas pelo sol, aprenda sobre as tradições da produção de vinho, experimente a aguardente local e termine com um pastel de nata antes de voltar — ainda saboreando cada momento.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel em Albufeira ou Vilamoura está incluído.
Você vai provar de 3 a 4 vinhos regionais na vinícola.
Sim, servimos queijos portugueses, tábuas de charcutaria, geleias caseiras e mini torradas para acompanhar os vinhos.
Sim, há uma caminhada guiada pelos vinhedos como parte da experiência.
Sim, o passeio termina com um tradicional pastel de nata.
Sim, há opções de transporte público perto dos locais de embarque.
Não, não é recomendado para gestantes devido à degustação de bebidas alcoólicas.
Seu dia inclui transporte do hotel em Albufeira ou Vilamoura, passeios guiados pelos vinhedos e vinícola com explicações em inglês ou português, degustação generosa de 3 a 4 vinhos regionais e aguardente local, queijos portugueses e tábuas de charcutaria com geleias caseiras e mini torradas para petiscar durante a prova — e termina doce com um pastel de nata fresquinho antes do retorno ao ponto de partida.
Confesso que não sabia bem o que esperar quando nosso motorista chegou ao hotel em Albufeira — nunca tinha feito um tour de vinhos em Portugal antes e, na real, só queria um pouco de sombra e uma taça de algo gelado. Mas o caminho já me surpreendeu; nosso guia (João? Ou seria José? Sou péssimo com nomes) começou a apontar antigas muralhas mouras enquanto saíamos da cidade, e aquela luz dourada suave iluminava as oliveiras. Alguém lá atrás brincou que já era “hora do vinho” e todo mundo riu, mesmo sendo só 11 da manhã.
A vinícola ficava escondida atrás de fileiras de parreiras tão alinhadas que pareciam penteadas. Caminhando com o guia, dava para sentir aquele cheiro esverdeado meio empoeirado — nem grama, nem uva — e ouvir abelhas zumbindo por perto. Na parte da fábrica, mostraram uns tanques de aço enormes (que pareciam super modernos perto daquelas pedras antigas) e explicaram como o vinho local é feito ali. Tentei falar “vinho regional” e provavelmente arruinei a pronúncia; o João sorriu e corrigiu com jeitinho.
Sentar para a degustação foi minha parte favorita. A palavra-chave aqui é “tour de vinho Albufeira”, mas o que fica mesmo na memória é o sabor do queijo de ovelha forte com geleia de figo doce no pão tostado, o primeiro gole do tinto (não lembro a uva), e o celular de alguém vibrando baixinho enquanto fingíamos não ouvir. Provamos uns três ou quatro vinhos — perdi a conta — além de um gole de aguardente que queimava de um jeito bom. O pastel de nata no final ainda estava quentinho; até agora fico pensando nele.
No caminho de volta para Vilamoura, paramos num mirante com vista para telhados de terracota, onde o guia contou sobre as raízes de pescador de Albufeira. O vento levantou e dava para sentir o cheiro do sal misturado com um aroma floral que não consegui identificar. Foi daquelas tardes que você não planeja, mas nunca esquece.
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