Você vai entrar na baía de San Juan com um grupo pequeno e um guia tranquilo que conhece cada peixe pelo nome. Nade ao lado das tartarugas-verdes, veja de perto a vida colorida do recife e ganhe um vídeo subaquático grátis pra provar que você esteve lá. A lembrança fica muito depois da pele secar.
Sim, essa aventura é ideal para quem está começando e conta com um instrutor certificado.
Os grupos são pequenos, com no máximo 10 pessoas por guia, garantindo atenção personalizada.
Sim, a atividade é recomendada para crianças a partir de 8 anos.
Não, mas há opções de transporte público próximas ao ponto de encontro.
Você pode avistar peixes-papagaio, sargento-mor, peixinhos-donzela, pargos amarelos, lulas, cavalos-marinhos, arraias e às vezes peixes-boi.
Não, a aventura começa direto da praia, sem uso de barcos.
Não, todo o equipamento necessário é fornecido no passeio.
Sim, você recebe vídeos gratuitos para guardar a experiência.
O passeio não é recomendado para quem tem problemas cardiovasculares ou sofre de ansiedade e ataques de pânico.
Seu dia inclui todo o equipamento de snorkel (máscara, nadadeiras), acompanhamento de um instrutor certificado que mantém grupos pequenos para segurança e conforto, colete salva-vidas aprovado pela USCG se necessário, além dos vídeos subaquáticos gratuitos enviados depois do mergulho — assim você aproveita sem se preocupar em perder nada enquanto observa as tartarugas.
Ainda ríamos da minha tentativa de falar “tartaruga” quando calçamos as nadadeiras na beira da baía de San Juan — nenhum barco à vista, só a praia e aquele ar salgado da manhã. A Carla, nossa guia, distribuiu as máscaras e conferiu as tiras de cada um (“Sem vazamentos? Ótimo!”). Ela tinha um jeito de fazer você se sentir amigo de longa data, mesmo que fosse a primeira vez que se encontravam entre protetor solar e piadas nervosas. A água estava mais fria do que eu esperava, mas, sinceramente, me despertou melhor que café.
Não fazia ideia de quanta vida existe ali embaixo até a Carla apontar um peixe-papagaio azul passando rápido perto do meu cotovelo — ela chamou de “Dory”, o que arrancou risadas das crianças do grupo. Ficamos flutuando em silêncio por um tempo, vendo os pargos amarelos circulando as pedras e, de repente, lá estava: uma tartaruga-verde deslizando bem abaixo de nós. O casco dela parecia pintado pela luz do sol. Juro que esqueci de respirar por um segundo (calma, o snorkel continuou funcionando). Dá pra ouvir aquelas pequenas inspirações pelo snorkel — um som estranho que só rola quando todo mundo se surpreende junto.
A Carla nos manteve perto e contou histórias sobre as rotas migratórias das tartarugas enquanto flutuávamos. Ela mostrou peixinhos-donzela escondidos perto dos corais e até achou um cavalinho-marinho minúsculo (precisei dos olhos dela pra isso). Às vezes eu me distraía só olhando as bolhas subindo ou sentindo a areia mexer sob os pés quando parávamos pra ficar de pé. Tudo rolava no ritmo certo — ninguém apressando pra voltar ou gritando instruções por cima das ondas. E sim, provavelmente pareci bobo tentando acenar pra um peixe-boi que nunca apareceu (quem sabe na próxima).
Depois, a Carla disse que enviaria os vídeos que fez debaixo d’água — normalmente não sou de fotos, mas me ver flutuando perto daquela tartaruga me fez sorrir por dias. É engraçado como algo tão simples fica marcado na memória. Se você já quis saber como é dividir o espaço com tartarugas marinhas em San Juan — é mais tranquilo e verdadeiro do que eu imaginava.
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