Você vai de Cracóvia a Auschwitz e Birkenau com um guia local que traz a história à tona — às vezes de forma dura — antes do almoço e da descida às câmaras surreais da Mina de Sal de Wieliczka. Prepare-se para momentos que ficam com você muito depois de voltar à superfície.
Sim, transfers compartilhados de ida e volta a partir de um ponto de encontro em Cracóvia estão incluídos.
São 800 degraus no total, sendo 350 logo no começo para descer até a mina.
Não há almoço incluso, mas há uma pausa de uma hora para almoço entre Auschwitz e Wieliczka se você escolher o tour combinado.
Sim, guias presenciais acompanham as duas partes do passeio.
O passeio inclui tempo em Auschwitz I e Birkenau; a duração exata varia conforme o ritmo do grupo e as pausas.
Não é recomendado para quem tem problemas na coluna ou saúde cardiovascular, devido às caminhadas e escadas.
Sim, as taxas de entrada em Auschwitz-Birkenau e na Mina de Sal de Wieliczka estão incluídas (para tours combinados).
Não, fones são fornecidos durante a parte I de Auschwitz para melhor ouvir o guia.
Seu dia inclui transfers compartilhados saindo de Cracóvia, todas as entradas para Auschwitz-Birkenau (e Mina de Sal de Wieliczka, se escolher essa opção), guias ao vivo em cada local com fones para melhor áudio durante parte de Auschwitz, além de tempo reservado para almoço antes de descer à mina ou voltar para casa.
Não esperava ficar nervoso só de esperar o transfer em Cracóvia, mas tem algo em ir para Auschwitz que deixa tudo em silêncio. A viagem foi quase muda — só algumas palavras com nossa guia, Marta, que nos entregou fones e explicou com calma o que esperar. Senti o cheiro da grama molhada ao descer em Oswiecim. Até hoje lembro do barulho dos cascalhos sob meus pés ao atravessar aqueles portões. Não é um lugar fácil de falar.
A Marta não nos apressou. Ela apontava detalhes pequenos — fotos desbotadas nas paredes, uma tigela de esmalte lascada atrás do vidro. Em Birkenau, o vento ficou mais forte e eu me agarrei na jaqueta; parecia mais frio do que devia para maio. Alguém do grupo sussurrou uma oração em hebraico. Ficamos um tempo em silêncio antes de seguir. O almoço depois foi estranho — como se você devesse comer, mas a cabeça estivesse em outro lugar. Experimentei pierogi pela primeira vez, e a Li riu quando tentei falar em polonês (definitivamente não acertei).
A Mina de Sal de Wieliczka era outro mundo — literalmente subterrâneo, descendo centenas de degraus com poeira de sal nos dedos. Nosso guia lá era cheio de energia, batendo nas paredes e contando histórias de mineiros esculpindo estátuas em blocos de sal. O ar tinha um gosto mineral e fresco. Minhas pernas já estavam cansadas, mas andar por aqueles túneis ecoantes foi surpreendentemente tranquilo depois de tudo que vimos lá em cima. Tem um elevador para subir, que parecia mágica depois de tanta escada.

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