Você vai explorar a costa selvagem de Tahiti com um guia local, parando no sagrado Marae Arahurahu, passeando pelas piscinas cercadas de samambaias da Gruta Maraa, sentindo o spray das cachoeiras de Faarumai e afundando os pés na praia de areia negra do Point Venus. Espere risadas no van e momentos de silêncio junto aos lírios — um dia que fica na memória.
O passeio dura cerca de 5 horas no total.
Você vai visitar o sítio arqueológico Marae Arahurahu, as grutas Maraa, os Jardins Vaipahi, as cachoeiras de Faarumai, uma praia de areia negra para surf e o farol do Point Venus.
Sim, o transporte com ar-condicionado inclui busca no hotel.
Sim, há banheiros em todas as paradas do roteiro.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinho durante o passeio.
Não, o almoço não está incluído, mas água mineral fresca é fornecida.
O grupo é limitado a 6 pessoas por reserva.
O tour é adequado para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para quem tem problemas cardiovasculares graves.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado e comentários ao vivo do guia local enquanto você explora as costas oeste e leste de Tahiti Nui; água mineral fresca é fornecida durante todo o passeio e há banheiros em todas as paradas antes do retorno, após cerca de cinco horas.
Não esperava começar meu dia em Tahiti diante de um altar de pedra coberto de musgo, mas lá estávamos — Marae Arahurahu, escondido sob as árvores, ainda úmido da chuva da noite anterior. Nosso guia, Manu, contou como as pessoas se reuniam ali para cerimônias. Tentei imaginar: o ar cheio de cantos e guirlandas de flores. O cheiro era verde — como folhas molhadas e terra. O celular de alguém tocou e todos rimos; não era bem a vibe de um ritual antigo.
Seguimos pela costa num van com ar-condicionado (graças a Deus), com as janelas abertas só o suficiente para sentir a brisa salgada. Na Gruta Maraa, toquei a parede da caverna — fria e lisa — e Manu apontou samambaias que dizem que Paul Gauguin mencionou. Não sei se acredito, mas me fez prestar atenção nos pequenos detalhes: água pingando das raízes, um lampejo de flor laranja. A estrada serpenteava por vilarejos onde as crianças acenavam ao passar. Teve um momento nas cachoeiras de Faarumai em que todo mundo ficou em silêncio, só ouvindo a água bater nas pedras — ninguém falou nada por um bom minuto. Raro hoje em dia.
Os Jardins Vaipahi foram mais tranquilos do que eu esperava. Os caminhos serpenteavam entre lagoas e lírios; placas em francês e inglês explicavam plantas que eu nunca tinha ouvido falar (ainda não consigo pronunciar metade dos nomes). Tivemos tempo para andar sozinhos — confesso que perdi o grupo por um tempo e não me importei nem um pouco. Depois, na praia de areia negra do Point Venus, Manu mostrou onde o Capitão Cook desembarcou e aquele farol curioso construído pelo pai de Robert Louis Stevenson. A areia era áspera entre os dedos dos pés; o mar parecia quase esmeralda sob nuvens dispersas.
No fim, meus sapatos estavam cheios de areia e minha cabeça cheia de histórias — algumas reais, outras talvez não — mas é isso que a gente vem buscar aqui, não é?

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