Você vai navegar pela lagoa luminosa de Bora Bora num catamarã de luxo com um grupo pequeno, fazer snorkel entre peixes coloridos num jardim de corais privado e depois curtir drinks num bar flutuante na Paradise Bay. Com transporte do hotel e um guia local cheio de histórias reais, é muito mais que paisagens bonitas — são os momentos que ficam na memória.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluso no passeio.
O máximo é 8 pessoas por reserva para essa experiência no catamarã.
Você vai navegar pela lagoa de Bora Bora, fazer snorkel num jardim de corais privado, nadar na Paradise Bay e curtir drinks no bar flutuante.
Sim, água mineral e outras bebidas estão incluídas durante o passeio.
A descrição não detalha todo o equipamento, mas máscaras estavam disponíveis quando necessário durante nossa experiência.
A duração exata não está especificada, mas espere várias horas incluindo vela, snorkel, nado e momentos de descanso.
Não há menção de almoço; apenas bebidas como água mineral e outras estão incluídas.
A idade mínima para participar é 8 anos.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Bora Bora, todas as bebidas como água mineral e refrigerantes a bordo (e no bar flutuante), além de um guia local experiente que conhece essas águas como ninguém — para você relaxar no ritmo da ilha sem se preocupar com logística ou como voltar depois do snorkel.
Abri os olhos para um azul que parece inacreditável até você estar lá — a lagoa de Bora Bora simplesmente brilha. Subimos a bordo de um catamarã de 14 metros (pé no convés, sol nas costas) e nosso guia Manu sorriu, perguntando se queríamos música ou só o som da água. Eu pedi os dois. Uma brisa leve deixava tudo tranquilo. O barco tinha assentos na sombra onde dava para esticar e observar a ilha deslizando devagar — coqueiros, telhados de palha, barquinhos ao longe. Eu ficava tocando o corrimão, que estava fresco da chuva da noite passada.
Paramos num lugar que o Manu chamou de “o aquário” — não sei se é nome oficial ou só o que todo mundo fala. Mergulhei a cabeça e o silêncio era só das minhas bolhas e dos peixes que corriam para todo lado. Corais parecendo ossos antigos, peixes-papagaio coloridos passando rápido. Alguém me entregou uma máscara porque eu tinha esquecido a minha (valeu!). A água tinha um gosto meio salgado, mas doce ao mesmo tempo, de um jeito estranho. Quando voltamos pro barco, já tinham preparado bebidas geladas — cerveja para alguns, suco de abacaxi para mim — e o Manu contou como cresceu ali, como o tio dele ensinou a ler as nuvens para prever o tempo.
Depois, navegamos até uma enseada rasa onde a água era tão transparente que dava para ver os próprios dedos mexendo na areia. Montaram um bar flutuante ali mesmo — nem sabia o que esperar, mas foi pura diversão, gente rindo, música baixinha para todo mundo se ouvir. Tentei falar “Mauruuru” (obrigado), acho que falei errado, mas o Manu riu de qualquer jeito. O sol brilhava no rosto de todo mundo e até hoje eu lembro daquela vista quando a cidade fica barulhenta demais.

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