Você vai explorar templos antigos em Cusco, subir a Montanha Colorida para vistas selvagens e caminhar entre as nuvens em Machu Picchu — tudo com guias locais que conhecem cada atalho e história pelo caminho. Hotéis confortáveis e refeições inclusas para você só se preocupar em aproveitar cada momento.
É desafiadora por causa da altitude, mas não técnica — a maioria consegue se for devagar e fizer pausas durante o percurso.
Os ingressos dependem da disponibilidade do Ministério da Cultura do Peru; se não houver para suas datas, você recebe reembolso total.
Leve roupas em camadas para as manhãs frias e proteção solar para o meio do dia; calçados resistentes são essenciais para as trilhas como a da Montanha Colorida.
Sim — cafés da manhã e almoços são fornecidos nos dias das principais atividades, como Montanha Colorida e Machu Picchu.
Seu tour inclui traslado do aeroporto em Cusco, três noites em hotel 3 estrelas (quarto privativo), todo transporte entre os pontos (ônibus/trem), ingressos para os passeios na cidade e Machu Picchu (circuito 1 ou 2), guias locais especializados durante todo o percurso, cafés da manhã diários e almoços nos dias de excursão (Montanha Colorida e Machu Picchu), bastões de caminhada se precisar, suporte de oxigênio disponível caso sinta os efeitos da altitude — e ajuda amigável em cada passo da jornada!
Cheguei em Cusco e o ar parecia mais rarefeito do que eu esperava — minha cabeça ficou um pouco zonza enquanto atravessávamos as ruas estreitas da cidade. A manhã era livre para descansar (confie em mim, você vai precisar para se aclimatar). Por volta das 14h, nosso guia nos buscou no hotel. Primeira parada: Koricancha, o Templo do Sol. A pedra ali é inacreditável — lisa como vidro em alguns pontos. Caminhamos por corredores onde a luz do sol batia perfeitamente nas antigas paredes incas. Depois disso, voltamos para a van e seguimos para fora da cidade.
Sacsayhuaman foi a próxima parada. Os locais pronunciam “Saqsaywaman” — é divertido falar quando você pega o jeito. As pedras são gigantescas; algumas maiores que meu carro em casa. Nosso guia explicou como elas se encaixam sem argamassa — ninguém sabe ao certo como conseguiram isso há séculos. Depois visitamos Qenqo — um lugar rochoso com canais esculpidos e um silêncio impressionante dentro da área do altar que parece uma caverna. O cheiro de eucalipto das árvores próximas acompanhava nosso passeio por Puca Pucara (a “fortaleza vermelha”) e Tambomachay, onde a água ainda escorre por fontes antigas. Voltamos para Cusco justo quando os vendedores de rua começavam a montar suas barracas para o movimento da noite.
O segundo dia começou antes do amanhecer — pegar o grupo às 4h não é brincadeira! Dormimos um pouco no caminho até Cusipata, mas acordamos rápido quando serviram o café da manhã: pão fresquinho, ovos, chá de coca (ajuda com a altitude). A trilha até a Montanha Colorida (que os locais chamam de Vinicunca) levou cerca de uma hora e meia subindo. É puxado, mas dá para fazer se você for devagar; parei algumas vezes só para recuperar o fôlego e observar os rebanhos de alpacas pastando por perto. No topo? Faixas de cores cruzavam a montanha como se alguém tivesse pintado — vermelhos, amarelos, até um pouco de turquesa se você olhar de perto. O vento lá em cima é forte; leve um chapéu ou suas orelhas vão congelar! O almoço em Cusipata depois de tanta caminhada soube ainda melhor.
O terceiro dia também começou cedo — malas prontas às 3h30 para o traslado até a estação de Ollantaytambo. A viagem de trem até Aguas Calientes é outra experiência: névoa subindo dos rios, a selva fechando do lado de fora da janela. Nosso guia nos encontrou na estação e nos levou até o ônibus que sobe para Machu Picchu — uma estrada cheia de curvas que fez meu estômago revirar um pouco. Dentro de Machu Picchu, passamos duas horas explorando com o guia apontando detalhes que eu teria perdido sozinho — a pedra Intihuatana, os terraços onde as lhamas pastam, cantinhos escondidos longe da multidão. Depois, almoçamos em Aguas Calientes antes de voltar de trem e ônibus para Cusco.
A última manhã foi livre — você pode dormir até mais tarde ou passear pela Plaza de Armas para tomar um café e observar o movimento antes do traslado. Se tiver curiosidade sobre a culinária peruana ou quiser tentar fazer um pisco sour (é mais forte do que parece), tem uma opção de tour gastronômico extra também.
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