Você sai antes do sol nascer em Cusco, viaja de trem pelos impressionantes vales dos Andes e explora Machu Picchu com um guia experiente. Tem tempo para caminhar livremente entre as pedras antigas e almoçar em Aguas Calientes antes do retorno de trem e transfer privativo — uma experiência que fica para sempre na memória.
O passeio completo dura cerca de 14 a 15 horas, incluindo transfers, trajetos de trem, visita guiada, tempo livre e retorno.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel no centro de Cusco está incluso na sua reserva.
O tour padrão é oferecido em inglês ou espanhol; outros idiomas podem ser solicitados com antecedência.
Sim, é obrigatório apresentar o passaporte original para entrar em Machu Picchu.
Não, as refeições não estão incluídas; você terá tempo livre para almoçar nos restaurantes locais em Aguas Calientes.
Você vai de carro particular de Cusco até a estação de trem em Ollantaytambo, depois pega o trem panorâmico até Aguas Calientes e, por fim, o ônibus até Machu Picchu.
Após o tour guiado, você terá cerca de uma hora livre para explorar ou descansar dentro do santuário.
Sim, o passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico; assentos infantis especiais estão disponíveis se necessário.
Seu dia inclui transfer matinal do hotel em Cusco, transporte ida e volta por veículo e trem panorâmico via Ollantaytambo até Aguas Calientes, ingresso para o circuito escolhido em Machu Picchu com guia profissional que mostrará pontos-chave como Casa do Guardião e Templo do Sol, além do ônibus de ida e volta até a cidadela — tudo organizado para você aproveitar ao máximo antes de voltar ao hotel com conforto no fim do dia.
A primeira coisa que percebi foi o silêncio lá fora do nosso hotel em Cusco — não era um silêncio total, mas aquele som abafado do pré-amanhecer, como se a cidade estivesse prendendo a respiração. Nosso motorista sorriu quando saímos às 4h30 (não sou fã de acordar cedo, mas de alguma forma parecia certo). A viagem até Ollantaytambo foi tranquila, só quebrada pelo canto de algum galo ou alguém varrendo a porta no escuro. Fiquei pensando: “Será que a gente vai mesmo?”
O trem de Ollantaytambo até Aguas Calientes é outra experiência. As janelas se estendem até o teto, permitindo ver as montanhas de perto — verde por todos os lados e uma névoa baixa pairando sobre o rio. Havia um casal mais velho na nossa frente; ela apontou uma cachoeira que eu nem tinha notado. Nossa guia, Carla, nos encontrou em Aguas Calientes com uma energia tranquila — distribuiu os ingressos e conferiu os nomes (quase esqueço meu passaporte, clássico eu). Ela explicou como seria a visita em Machu Picchu e indicou onde tomar um café bom para depois.
Pegamos o ônibus até Machu Picchu — aquelas curvas fechadas não são fáceis para quem enjoa, mas eu estava ocupado demais admirando todo aquele verde. Na entrada, Carla reuniu o grupo e conferiu se estávamos com tudo antes de entrar. Caminhar pelas terraças de pedra pela primeira vez… é difícil descrever. O ar cheirava a grama molhada e pedra antiga depois da chuva (choveu um pouco), e as lhamas só ignoravam todo mundo. Carla contou histórias sobre como cada parte de Machu Picchu funcionava — até mostrou umas orquídeas pequenas entre as pedras que eu jamais teria reparado.
Depois do tour (cerca de duas horas e meia), tivemos tempo livre para explorar ou só sentar numa das bordas olhando o vale lá embaixo. Tentei desenhar o Huayna Picchu, mas desisti depois de dez minutos — detalhes demais. O almoço em Aguas Calientes foi simples, mas gostoso; tem algo especial em comer uma sopa quente depois de passar a manhã naquele ar de montanha. No caminho de volta, não parava de rever aquela vista da Casa do Guardião na minha cabeça. Às vezes ainda parece um sonho.

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