Você vai sentir Lima ganhar vida à noite enquanto caminha entre fontes iluminadas no Circuito Mágico das Águas, guiado por um local que conhece todos os truques para se manter seco (ou não). Prepare-se para música que toca o coração, show de laser iluminando os rostos ao redor e várias surpresas pelo caminho.
Sim, o traslado de ida e volta está incluído na sua reserva.
O parque conta com 13 fontes diferentes, muitas delas interativas.
Sim, bebês e crianças pequenas são bem-vindos; carrinhos também são permitidos.
Seu ingresso cobre entrada, guia profissional, impostos e transporte.
O show principal faz parte da visita noturna; a duração varia, mas é o ponto alto.
É possível encontrar vendedores oferecendo lanches como pipoca dentro ou perto do parque.
Recomenda-se roupas e calçados confortáveis; leve água se quiser.
Sua noite inclui traslado do hotel em veículo com ar-condicionado e um guia local que vai te mostrar cada detalhe do Circuito Mágico das Águas em Lima. Todos os ingressos e taxas estão inclusos para você curtir as fontes iluminadas sem preocupações, sendo levado de volta ao hotel no final.
Já estávamos quase no meio do parque quando percebi o quanto tinha subestimado o Circuito Mágico das Águas. Nossa guia, Carla, sorria enquanto nos chamava para uma daquelas fontes grandes em forma de arco — daquelas que te desafiam a atravessar sem se molhar. Crianças corriam para lá e para cá, gritando quando a água as pegava de surpresa. O ar estava cheio do cheiro de pedra molhada e de pipoca doce vendida por um ambulante próximo. Hesitei por um segundo (meu sapato não era impermeável), mas Carla deu de ombros — “Faz parte da diversão”, disse ela. Então, lá fui eu.
O sol mal tinha se posto quando o lugar inteiro começou a se transformar. Luzes acenderam sob a água, tingindo tudo de azul neon e dourado. Um casal mais velho dançava calmamente perto de uma das piscinas mais tranquilas; suas sombras se estendiam pelo chão. De repente, a música — não aquela de fundo qualquer, mas caixas de som potentes tocando uma mistura de clássicos e músicas peruanas antigas. Ainda lembro como o som ecoava entre as árvores, misturando-se com risadas e o barulho das fontes.
O grande momento foi incrível — lasers cortando a névoa enquanto jatos d’água giravam no ritmo de uma música que eu não conhecia, mas sentia no peito. Carla explicou qual fonte tinha ganhado um recorde no Guinness (ela parecia orgulhosa), mas, para ser sincero, eu só conseguia olhar as cores dançando nos rostos das pessoas. Minha calça estava molhada nas barras e eu nem ligava.

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