Você sai de Cusco antes do amanhecer para uma aventura privada na Rainbow Mountain e no Vale Vermelho, passando por lhamas e picos nevados com um guia local que conhece cada curva da trilha. Aproveite café da manhã em uma vila nas montanhas, explore os cenários selvagens de Vinicunca e do Vale Vermelho, e finalize com um almoço quente antes de voltar — tudo em um dia longo, mas inesquecível.
A viagem de Cusco até Hanchipata–Llama Chimpana (ponto de partida) leva cerca de 3 horas, incluindo uma parada para café da manhã em Cusipata.
Sim, o café da manhã é servido durante a parada em Cusipata antes de começar a trilha.
A trilha é de dificuldade moderada devido à altitude elevada; é recomendado ter preparo físico moderado.
Sim, as taxas de entrada para Vinicunca (Rainbow Mountain) estão incluídas no preço do tour.
O pickup está disponível em hotéis ou hostels localizados no centro de Cusco.
O retorno é previsto para a Plaza Regocijo em Cusco por volta das 15h30, dependendo das condições.
Sim, um almoço buffet tradicional é servido após a trilha, no caminho de volta por Cusipata.
Sim, o tour inclui visita a Vinicunca (Rainbow Mountain) e ao Vale Vermelho; atenção que a taxa de entrada do Vale Vermelho não está inclusa.
Seu dia inclui pickup cedo no hotel em Cusco, transporte até Hanchipata–Llama Chimpana para a trilha na Rainbow Mountain e no Vale Vermelho com um guia bilíngue especialista. O café da manhã é servido no caminho, em Cusipata; após a caminhada, você terá um almoço quente em buffet lá também. As taxas de entrada para Vinicunca estão incluídas (Vale Vermelho é extra), além de suporte com kit de primeiros socorros e oxigênio se necessário, garantindo seu retorno seguro à cidade no fim da tarde.
Existe um momento mágico, pouco antes do sol iluminar Vinicunca — a Rainbow Mountain — quando tudo está azul e gelado, e você consegue ver sua própria respiração. Saímos de Cusco tão cedo que parecia que estávamos escapando da cidade, os faróis iluminando cachorros ainda dormindo. Nosso guia, Diego, já estava acordado e brincava dizendo que precisava de três cafés antes das 4 da manhã. Eu só concordava, segurando minha garrafa térmica. A viagem até Cusipata foi silenciosa, só quebrada pelo canto de algum galo ou por alguém vendendo pão com uma lanterna no cruzamento. Não esperava estar tão desperto quando paramos para o café da manhã — talvez fosse adrenalina, ou o chá de coca que nos serviram naquela pequena sala de jantar.
A trilha começa depois de mais uma hora de estrada esburacada, passando por vilarejos minúsculos e campos onde as lhamas te encaram como se soubessem algum segredo. Não é fácil — a altitude pesa rápido, e confesso que precisei parar várias vezes só para respirar e observar as nuvens deslizando sobre o pico nevado do Ausangate. Diego cuidava do grupo; em um momento me deu um cobertor quando o vento ficou mais forte. O cheiro de terra úmida e grama molhada fica na memória, especialmente quando você sobe e começa a ver as cores sob suas botas — vermelhos, amarelos, roxos em listras que eu só tinha visto em fotos antes.
No topo, o vento é forte e barulhento, mas entre as rajadas há um silêncio estranho. Dá para ver outros grupos lá embaixo, mas aqui em cima parece outro planeta — exceto pelos pastores que passam com suas alpacas (um deles acenou; tentei dizer “buenos días”, mas acho que não saiu direito). Depois de Vinicunca, fizemos um desvio para o Vale Vermelho — sinceramente, aquela vista me surpreendeu mais que tudo no dia. As cores são ainda mais intensas, quase marcianas. Minhas pernas já estavam bambas, mas nem liguei.
O almoço em Cusipata teve um sabor melhor que qualquer restaurante chique: sopa quente, arroz, um cozido com ervas que eu não consegui identificar. Talvez fosse só o alívio ou a fome falando. Quando voltamos para Cusco por volta das 15h30, cansados e com poeira, eu não parava de pensar naquela luz azulada da manhã. Ainda penso, sempre que vejo fotos da Rainbow Mountain na internet.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?