Você vai remar pelo rio Matukituki perto de Wanaka com um guia local, fazer uma pausa para um piquenique à beira do rio e até nadar se tiver coragem. Prepare-se para vistas de montanha, ar puro dos glaciares e muitas risadas enquanto aprende o básico do packrafting — com transporte do hotel e todo o equipamento incluso para você só chegar e curtir a aventura.
Sim, o traslado de ida e volta saindo de Wanaka está incluso.
Não, não é necessário; os guias dão todas as instruções antes de começar.
Leve uma roupa de banho para usar por baixo do neoprene; todo o resto do equipamento é fornecido.
Sim, um piquenique com lanches está incluso — informe sobre restrições alimentares na reserva.
Crianças de 4 a 14 anos podem participar, desde que acompanhadas por um adulto maior de 18 anos.
Não, todos os participantes precisam saber nadar com segurança.
O passeio dura várias horas, incluindo transporte, remada e pausas.
Sim, as fotos estão incluídas na sua reserva.
Seu dia inclui transporte de Wanaka, todo o equipamento de packrafting (trajes de neoprene, botinhas, jaquetas impermeáveis, capacetes), briefing de segurança com o guia local, fotos durante o passeio, além de um piquenique à beira do rio com lanches antes do retorno à tarde.
Confesso que fiquei nervoso com a parte do traje de neoprene — entrar nele nunca é algo elegante, ainda mais na frente de estranhos. Mas nosso guia, Jamie, só sorriu e disse que no começo todo mundo fica meio desajeitado. A viagem de van de Wanaka até o vale Matukituki foi um show de montanhas cobertas de névoa e campos cheios de ovelhas, além de um cachorro enorme e amigável que não parava de tentar sentar no meu pé. Paramos na Wishbone Falls para uma caminhada rápida (a água da cachoeira no meu rosto me despertou melhor que café), e logo partimos para vestir o equipamento.
O rio me surpreendeu — não era tão selvagem quanto eu imaginava, mas sim uma fita azul-esverdeada cristalina serpenteando entre florestas de faias e pedras. Jamie explicou o básico da remada e as regras de segurança (confesso que me perdi por um instante admirando o sol refletindo na água), e então começamos. Os packrafts pareciam estranhamente resistentes para algo inflável. Às vezes pegávamos pequenas ondas que faziam meu estômago revirar; em outras, só flutuávamos em silêncio, ouvindo os pássaros ou só o som da água batendo no plástico. Tentei pronunciar “Matukituki” direito — Jamie riu e disse que até os locais erram.
O almoço foi um piquenique em umas pedras planas à beira do rio — sanduíches, frutas e chá quente na garrafa térmica. Minhas mãos estavam congelando, mas, sinceramente, o sabor era perfeito depois de remar. Alguns de nós até se jogaram em uma das piscinas naturais turquesa (fria o suficiente para fazer você soltar um grito). No fim da tarde, já conseguia controlar o packraft sem dar voltas — pequenas conquistas. A volta foi mais silenciosa; talvez todo mundo estivesse cansado ou talvez fosse aquela sensação boa de ter vivido algo novo que vai ficar na memória por um bom tempo.
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