Você vai sair de Auckland por fazendas onduladas até o coração geotérmico de Rotorua: caminhe entre as cores surreais de Wai-O-Tapu, compartilhe o almoço com o grupo e aprenda tradições Māori em Te Puia com guia local. Prepare-se para risadas, vapor no cabelo e momentos que ficam para sempre.
O passeio dura o dia todo, incluindo o trajeto; conte cerca de três horas de viagem em cada trecho entre Auckland e Rotorua.
Sim, o almoço no Secret Spot está incluso no pacote do passeio.
Sim, as entradas para Wai-O-Tapu Thermal Wonderland e Te Puia já estão incluídas na sua reserva.
Sim, há traslado gratuito de ida e volta para hotéis selecionados em Auckland.
Sim; bebês e crianças pequenas podem participar com carrinhos de bebê; assentos especiais para bebês também estão disponíveis.
Não; nadar em Wai-O-Tapu não é permitido nem seguro devido à atividade geotérmica.
Use calçados confortáveis para caminhada e roupas adequadas ao clima, pois as condições podem mudar rápido.
Sim; o roteiro inclui paradas para café em cidades como Tirau, além de paradas surpresa no retorno.
Seu dia inclui traslado gratuito de ida e volta em Auckland (locais selecionados), ingressos para Wai-O-Tapu Thermal Wonderland e Te Puia com guias em cada lugar, água e lanches no micro-ônibus, além de um almoço reforçado no Secret Spot antes do retorno à noite.
“Sente esse cheiro?” nosso guia Sam sorriu enquanto descíamos do micro-ônibus perto de Wai-O-Tapu. Na hora, senti aquele ar quente e com cheiro de ovo vindo do chão. Já tinha visto fotos dos parques geotérmicos de Rotorua, mas estar ali, ouvindo as poças de lama borbulharem e vendo aquela água verde intensa no Devil’s Bath… é outra coisa. Tentei tirar foto, mas as cores pareciam até falsas no meu celular. Sam garantiu que era tudo real — minerais trabalhando há milhares de anos. Andamos devagar, sem pressa. Teve até momentos de silêncio só pra ouvir o vapor e os passarinhos voando por perto.
A viagem de Auckland foi mais longa do que eu esperava (cerca de três horas), mas não foi cansativa — o interior de Waikato é cheio de colinas e vacas, e até paramos num café diferente em Tirau, onde tudo é feito de chapas de ferro ondulado. Alguém pediu um flat white e a barista piscou pra gente como se soubesse que éramos da cidade. Depois de Wai-O-Tapu, o almoço caiu super bem — nada sofisticado, mas comida caseira no Secret Spot (comi uma torta que até hoje lembro). O grupo era variado — casais, viajantes solo e até uma família com crianças contando ovelhas pela janela.
Depois fomos para Te Puia — impossível perder o gêiser Pōhutu, que de repente jorra água a uns trinta metros de altura. Nossa guia Māori, Mereana, contou histórias da avó dela que tecia na escola de esculturas dali; tentei falar “kia ora” direito, mas acho que não saiu muito bem (ela riu mesmo assim). Demos uma olhada no Kiwi Conservation Centre (não vimos nenhum kiwi, infelizmente) e assistimos os escultores trabalhando à mão em painéis enormes de madeira. O cheiro de madeira e vapor estava por toda parte — não era ruim, era autêntico.
Depois, fizemos um pequeno passeio pela cidade de Rotorua: o lago brilhando sob nuvens cinzentas, aquelas casas de banho antigas com pintura azul desbotada, gente acenando enquanto pedalava. No caminho de volta para Auckland, teve mais algumas paradas surpresa — Sam não quis contar antes (“tem que ter mistério”, brincou). No fim, todo mundo estava cansado, mas feliz e tranquilo. Se está pensando em fazer um bate-volta para Rotorua saindo de Auckland… não espere sair limpo ou com o cabelo perfeito. Mas vai lembrar da sensação de estar perto daquele gêiser e das histórias muito depois de voltar pra casa.
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