Você vai pisar nos passos dos ícones do cinema neste tour Lord of the Rings saindo de Queenstown, explorando cânions dramáticos, as ruas históricas de Arrowtown, a tranquila beira do lago em Glenorchy e locações reais de filmagem com réplicas nas mãos. Prepare-se para risadas com o guia, pausas para chá em cafés locais e momentos em que a ficção vira realidade.
O passeio dura cerca de 8 a 9 horas, incluindo deslocamentos entre os pontos e uma pausa para almoço em Queenstown.
Não, o almoço não está incluído, mas há uma pausa de 1 a 1,5 hora em Queenstown com recomendações locais do seu guia.
A descrição não menciona busca no hotel; verifique com o fornecedor para detalhes específicos.
Você vai conhecer Skippers Canyon, Arrowtown, Vale de Gibbston, Glenorchy, Paradise Valley e vários locais exatos de filmagem como The Ford of Bruinen e Isengard.
Crianças menores de 10 anos não podem participar do grupo; famílias com crianças pequenas devem optar por tours privados ou opções de meio período.
É necessário um nível moderado de preparo físico; há caminhadas curtas em terrenos irregulares que podem não ser adequadas para todos.
Sim — são oferecidas réplicas de espadas, machados, adagas, capacetes e fantasias para fotos em alguns pontos do passeio.
O tour acontece com chuva ou sol, mas algumas paradas (como Skippers Canyon) dependem do clima por questões de segurança.
Seu dia inclui transporte guiado entre os principais locais de filmagem de Lord of the Rings ao redor de Queenstown, além de um chá da manhã ou da tarde com petiscos. Você terá contato direto com réplicas autênticas — pense em espadas e capacetes — para fotos durante o trajeto. Também terá acesso a roteiros originais e folhas de chamada da produção compartilhadas pelo guia local antes do retorno à cidade, após uma pausa para almoço de uma hora (não incluso).
Eu não esperava ficar nervoso só de olhar para uma estrada, mas Skippers Canyon realmente faz jus à fama — nosso guia, Sam, sorriu ao chamar de “a estrada mais perigosa da Nova Zelândia”. O vento soprava forte enquanto espiávamos aquela trilha estreita serpenteando entre os penhascos. Quase consegui ouvir o eco distante dos cascos dos cavalos dos filmes (talvez só minha imaginação). Sam mostrou exatamente onde filmaram The Ford of Bruinen — ele até tinha uma pasta surrada com roteiros antigos e fotos. É estranho como estar ali fez aquelas cenas parecerem menos fantasia e mais como uma memória vívida de alguém.
Depois, passeamos por Arrowtown, que parece ter viajado no tempo direto para os anos 1800. Tinha um cheiro leve de fumaça de lenha no ar e uma padaria que me fez desejar não ter tomado café da manhã antes. Tomamos chá numa cafeteria minúscula enquanto Sam contava histórias de garimpeiros e hobbits na mesma conversa. Ele riu da minha tentativa de pronunciar “Gibbston” (definitivamente falei errado). No próprio Vale de Gibbston, vimos alguém corajoso se jogar da ponte Kawarau — o famoso bungee jump — e acabamos distraídos com histórias de como Peter Jackson escolheu esses lugares para a Terra Média. A palavra-chave aqui é “tour Lord of the Rings Queenstown”, mas, pra ser sincero, parecia mais um passeio seguindo migalhas no sonho de outra pessoa.
A tarde foi pura imensidão e águas calmas — Glenorchy e Paradise são nomes que parecem inventados até você ver com seus próprios olhos. Vestimos réplicas de espadas para uma foto (o capacete era mais pesado do que eu imaginava) e tentamos canalizar nossos elfos ou orcs interiores. Teve um momento na floresta de faias em que tudo ficou em silêncio, só o canto dos pássaros e o som das nossas botas no chão úmido — até hoje lembro desse silêncio quando o barulho toma conta lá em casa. No caminho de volta para Queenstown, a luz do sol refletia no lago Wakatipu e ninguém falou muito por um tempo; talvez todo mundo estivesse revivendo cenas do filme na cabeça também.
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