Você vai provar o melhor Pinot Noir de Central Otago em três vinícolas incríveis perto de Queenstown: a sala de barris da Peregrine, a coleção boutique da Kinross e a fazenda orgânica da Amisfield com vista para o Lago Hayes. Com um guia local cheio de histórias (e piadas), transporte confortável e paisagens lindas pelo Lago Wakatipu e Vale de Gibbston, a sensação vai ser mais de estar com novos amigos do que num passeio comum.
Você visita três vinícolas: Peregrine, Kinross e Amisfield.
Sim, o transporte é em uma Mercedes Sprinter de luxo com busca em Queenstown.
O foco principal são as degustações de vinhos premium; alguns lugares oferecem tábua de queijos, mas o almoço não está incluído.
É um grupo pequeno só para adultos (máx. 10 pessoas), guiado por um local experiente, com visitas a vinícolas premiadas.
O passeio é feito para uma tarde, com retorno a Queenstown no começo da noite.
Sim, é pensado para adultos, ideal para quem viaja sozinho ou em casal e quer um clima descontraído em grupo.
Você vai passar pelo Lago Wakatipu, Lago Hayes, Desfiladeiro Kawarau e o Vale de Gibbston.
Sua tarde inclui busca em Queenstown numa van Mercedes Sprinter com um guia local que leva você por paradas cênicas no Lago Wakatipu e Desfiladeiro Kawarau antes de visitar três vinícolas top de Central Otago: Peregrine com degustação na sala de barris arquitetônica, Kinross com vinhos boutique premiados (como a Valli), e Amisfield com vinhos orgânicos premium com vista para o Lago Hayes — tudo no ritmo certo para você voltar à cidade no começo da noite.
“Você nunca vai adivinhar qual barril é de 2004,” nosso guia Matt sorriu, levantando a taça na sala de barris da Peregrine. Eu ainda estava pensando na viagem saindo de Queenstown — aquele pedaço azul do Lago Wakatipu entre as montanhas, uma cor que fotos não conseguem captar. O ar tinha cheiro de grama molhada e algo mais intenso, talvez tomilho selvagem? A arquitetura da Peregrine parecia que poderia voar para o vale se o vento aumentasse. Provamos o Pinot Noir ali mesmo, no silêncio fresco dos barris — tentei perceber o que Matt chamava de “tempero de Central Otago”, mas, na real, só curti a sensação depois de alguns goles.
A van (uma Mercedes Sprinter super confortável) nos levou pelo Vale de Gibbston — passando por ovelhas e aqueles arbustos amarelos por toda parte. A Kinross era mais tranquila; gente rindo no deck, um cachorro dormindo embaixo da cadeira de alguém. Nossa anfitriã na Kinross serviu cinco vinhos diferentes, cada um de uma pequena vinícola. Ela contou sobre a Valli e a Wild Irishman — aparentemente, os produtores moram perto e às vezes aparecem para um papo. Tentei falar “Gibbston” direito; ela sorriu, mas não corrigiu. A tábua de queijos sumiu rapidinho (culpa do Rob, de Auckland). Parecia que estávamos entre amigos, não num tour comum.
Quando chegamos na Amisfield, nuvens cobriam o Lago Hayes e as montanhas pareciam pintura. O lugar é orgânico — eles têm muito orgulho disso — e nossa última degustação foi ao ar livre, debaixo de uma árvore antiga, enquanto preparavam um casamento ali perto. Teve um momento em que todo mundo ficou em silêncio, só observando a luz mudando na água. Não esperava me sentir tão tranquilo só com uma tarde assim. Talvez fosse o vinho, ou só o fato de estar longe da cidade por um tempo.

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