Você começa em Napier com uma e-bike preparada só para você — mapa na mão e dicas de quem conhece o lugar. Explore as trilhas de Hawke’s Bay entre vinhedos, pântanos e ruas Art Deco no seu ritmo. Pare para um café ou vinho quando quiser. Dá para se perder e ainda voltar antes do pôr do sol — um dia que fica na memória.
A loja fica bem em frente ao Centro de Informações Turísticas iSite de Napier, onde os shuttles de cruzeiro param.
Sim, o aluguel inclui capacete e cadeado personalizado.
Sim, crianças podem participar acompanhadas por um adulto; bebês podem ir no colo ou no carrinho.
Há suporte mecânico incluso para garantir assistência rápida caso algo aconteça.
É necessário devolver a e-bike antes do fechamento da loja; a retirada pode ser feita a qualquer hora após a abertura.
Sim, você recebe um mapa com descrições das rotas, pontos de interesse e dicas locais da equipe.
Sim, as e-bikes são fáceis de usar e indicadas para qualquer nível de condicionamento.
O aluguel funciona em todas as condições climáticas; recomendamos roupas adequadas para chuva ou vento.
Seu dia inclui uma e-bike Sinch Jaunt EZ com quadro baixo, banco com capa de gel deluxe, capacete e cadeado, bolsa lateral para seus pertences, além de suporte mecânico caso precise. Você também recebe um mapa detalhado com destaques locais e dicas de rotas — tudo preparado por uma equipe simpática bem em frente ao centro de visitantes de Napier antes de sair para explorar Hawke’s Bay no seu ritmo.
A primeira coisa que percebi ao sair do iSite de Napier foi o cheiro salgado no ar — mais intenso do que eu esperava. A loja ficava do outro lado da rua, então levei uns minutos para chegar lá. Tinha um cara, o Sam (acho?), que sorriu quando me viu olhando as e-bikes alinhadas na frente. “Você vai querer a com quadro baixo”, ele disse, e, sinceramente, graças a Deus — meus joelhos não são mais os mesmos. Ele ajustou o banco pra mim e me entregou um mapa cheio de anotações: o melhor café marcado duas vezes, uma observação sobre uma padaria que “vende tudo rapidinho”. Gostei disso.
Quando você começa a pedalar em Napier numa e-bike, tudo parece perto, mas ao mesmo tempo aberto. A trilha acompanha a costa por um tempo — ondas batendo nas pedras — e depois passa por umas áreas de pântano tranquilas, onde os pássaros parecem donos do pedaço. Em um momento parei por causa de um cheiro meio doce, de grama, e percebi que vinha dos pomares despertando ao sol. Não tem pressa; você pode pedalar o quanto quiser (o motor é uma mão na roda nos trechos mais longos). Alguns locais acenaram enquanto passavam de bike normal — um deles gritou algo sobre almoçar na vinícola Church Road. Não entendi tudo, mas me fez sorrir.
Me perdi tentando achar a vila de Ahuriri (no melhor sentido), acabei numa rua com casas em tons pastéis e crianças jogando críquete nos quintais. Mais tarde, pedalar pelo bairro Art Deco de Napier foi como viajar no tempo — aquelas cores realmente brilham sob a luz da Nova Zelândia. Parei para um café numa das indicações do Sam; o barista perguntou se eu já tinha sido “derrubado pelo vento” (parece que o vento faz parte do pacote por aqui). À tarde, minhas pernas agradeceram o banco com capa de gel — um detalhe pequeno, mas que faz toda a diferença. O dia todo foi leve, mas cheio de sensações. Ainda penso naquele céu azulzão.
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