Desembarque do seu cruzeiro em Dunedin e mergulhe em histórias locais — da subida da divertida Baldwin Street ao passeio pelos jardins do Castelo de Larnach, com tempo para um chá. Risadas nas ladeiras, arquitetura histórica no centro e momentos tranquilos com vista para a Península de Otago antes de voltar com lembranças novas no bolso.
A primeira coisa que lembro foi o sorriso do nosso motorista, Dave, ao apontar para a Baldwin Street. Ele chamou de “o atalho mais teimoso do mundo” — e, sinceramente, lá do pé olhando para cima, não sabia se ele estava brincando. O ar tinha aquele toque salgado do porto e um vento que não parava de virar meu mapa. Alguns de nós tentaram subir a pé (eu cheguei até a metade antes de fingir que queria uma pausa para foto), e dava para ouvir risadas ecoando lá de cima. É daquelas ruas que fazem você se sentir criança de novo — só por um instante.
Depois seguimos para o centro de Dunedin, passando por prédios antigos de pedra com nomes que eu não conseguia decorar (a Estação Ferroviária realmente parece um bolo de casamento). Nosso guia sabia cada detalhe curioso — como os estudantes da universidade que pintam o rosto de roxo na formatura ou aquelas histórias de fantasmas no tribunal. No The Octagon, músicos de rua tocavam sob as árvores e uma senhora vendia scones numa cesta. Comprei um porque ela piscou pra mim — ainda quentinho e esfarelando na mão enquanto caminhávamos rumo ao Tribunal de Justiça.
A estrada pela Península de Otago era cheia de colinas verdes suaves e ovelhas que pareciam entediadas com a paisagem. Quando finalmente chegamos ao Castelo de Larnach, não esperava que os jardins tivessem cheiro de primavera — mesmo sendo outubro. Havia campos de narcisos e um cantinho de onde dava para ver o mar lá embaixo; fiquei ali um tempo só curtindo o silêncio. Dentro do castelo, escadas rangendo e cordões de veludo por todo lado. Minhas pernas ainda lembravam da subida na Baldwin Street, mas valeu a pena pela vista da torre. O chá no café foi um alívio depois de tanta caminhada — e alguém deixou shortbread na nossa mesa sem querer (comi mesmo assim).
No caminho de volta para Port Chalmers, Dave perguntou se alguém queria dar mais uma olhada no centro da cidade — tínhamos tempo graças a um “milagre do trânsito”. Alguns cochilaram encostados na janela; eu só observei Dunedin sumir na névoa atrás da gente. Às vezes, só depois você percebe o que vai guardar na memória — eu ainda penso naquele banco no jardim acima do Porto de Otago.
O passeio dura algumas horas, incluindo retirada em Port Chalmers, paradas no centro de Dunedin, caminhada na Baldwin Street, trajeto pela Península de Otago e até 90 minutos no Castelo de Larnach antes do retorno.
Sim, o traslado de ida e volta está incluso no Terminal de Cruzeiros de Port Chalmers.
Você terá cerca de 90 minutos para explorar o Castelo de Larnach e seus jardins por conta própria; às vezes pode ser mais, dependendo do horário de retorno.
Não, é opcional! Você pode subir parte ou toda a Baldwin Street, ou só assistir quem tenta subir.
Água mineral está incluída e alguns lanches ficam disponíveis no veículo mediante pedido.
O passeio inclui caminhadas de 20 a 30 minutos e escadas dentro do Castelo de Larnach; não há elevador no castelo.
O clima em Dunedin pode ser ventoso ou chuvoso — recomendamos calçados fechados e roupas confortáveis.
Haverá paradas rápidas no centro de Dunedin (área do The Octagon), mas a maior parte do tempo livre é no Castelo de Larnach.
Seu dia inclui retirada e retorno no terminal de cruzeiros em Port Chalmers, água mineral e lanches a pedido durante o trajeto, transporte confortável com ar-condicionado para explorar Dunedin e a Península de Otago, entrada no Castelo de Larnach com acesso livre aos jardins e tempo para um chá antes do retorno ao navio.
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