Você vai mergulhar na história de Christchurch enquanto caminha por suas ruas reconstruídas e jardins tranquilos, guiado por um local. Faça uma pausa para o almoço ao ar livre antes de seguir para a Reserva Willowbank e conhecer de perto o esquivo kiwi da Nova Zelândia. Um dia que fica na memória muito depois de voltar ao navio.
O passeio dura meio período, começando por volta das 8h30 ou até uma hora após o navio atracar.
Sim, o traslado de ida e volta do terminal de cruzeiros está incluso.
Sim, a entrada inclui visita guiada para ver os kiwis na reserva Willowbank.
Não há almoço incluso, mas há uma pausa para você almoçar durante o roteiro.
Sim, você terá tempo para passear pelos Jardins Mona Vale durante o tour.
Sim, o transporte é acessível para cadeiras de rodas e cadeiras dobráveis podem ser acomodadas com ajuda.
Você pode ver cervos, wallabies, lontras, gibões, lêmures e aves nativas.
Sim, o tour funciona em qualquer condição climática; recomendamos roupas adequadas.
Seu dia inclui traslado de ida e volta do porto de cruzeiros em Lyttelton, transporte em veículo com ar-condicionado e comentários ao vivo do guia, entrada na Reserva Willowbank para encontro guiado com kiwis e outros animais, além de tempo livre para almoço antes de voltar ao navio em Christchurch.
“Esse é o rio Avon — percebe como ele simplesmente segue seu curso?” nosso guia, Mike, apontou enquanto chegávamos a Christchurch vindo do porto de Lyttelton. Eu mal tinha terminado meu café quando a cidade se abriu diante de nós, com prédios modernos de vidro ao lado de construções antigas de pedra. As marcas dos terremotos ainda estão visíveis para quem sabe olhar — Mike não hesitou em mostrar o que mudou. Foi curioso e emocionante ver pessoas passeando com seus cachorros ou lendo nos bancos da Cathedral Square, como se a vida continuasse normalmente mesmo depois de tudo ter tremido.
Os Jardins Mona Vale estavam mais tranquilos do que eu esperava — só alguns moradores passeando com seus cães e um jardineiro que nos cumprimentou com um aceno, mas sem falar muito. Havia um cheiro úmido vindo do rio e da grama, uma mistura terrosa e doce. Caminhamos sob árvores enormes que certamente já viram muito mais do que nós. Tentei lançar uma pedra na água, mas ela afundou direto (meu parceiro riu demais disso). O almoço foi simples, mas sentar ao ar livre com o sol no rosto e alguém tocando violão baixinho por perto foi ótimo — sinceramente, eu poderia ter ficado ali por mais tempo.
O grande destaque? A Reserva Willowbank. Nossa guia conhecia a história de cada animal — ela chamou o kiwi de “a estrela tímida” e pediu que fizéssemos silêncio ao entrarmos no recinto escuro. Confesso: ver um kiwi de verdade andando sob luzes vermelhas foi muito mais legal do que qualquer visita a zoológicos que já fiz. O ar tinha um cheiro selvagem, de folhas molhadas e pelos de animais. Vimos lêmures pulando entre os galhos enquanto crianças gritavam de alegria perto dali. No caminho de volta ao porto, não conseguia parar de pensar naquele pequeno kiwi — tão estranho e tão tipicamente Nova Zelândia.

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